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AGRICULTURA30/11/2012 às 13:22

Defesa Civil decreta Situação de Emergência

Condições climáticas prejudicam as produções desde o início do ano
Defesa Civil decreta Situação de Emergência
Foto:Reunião da Defesa Civil

A Defesa Civil de Herval d´Oeste decretou na manhã desta sexta-feira,30, situação de emergência no município devido à estiagem. A seca já prejudicou as lavouras de milho com perdas de 30%, alfafa 50%, trigo 60%, e também na pastagem (principal insumo na produção de leite e carne) com perdas que ultrapassam 50%, obrigando os agricultores a buscar alternativas como silagem e ração que encarecem a produção. “Muitos tiveram que reduzir plantéis em função dos altos custos”, informou o Extensionista da Epagri Itamar Terêncio da Silva que apresentou os dados durante a reunião. De acordo com ele, os produtores amargam prejuízos desde o início do ano com a falta de chuva, inverno seco e sem frio, além da geada fora de época que prejudicou a fruticultura, preferencialmente as frutas de caroço como é o caso da uva que em alguns locais a perda foi de 100%.

A falta d’água também foi justificada para a tomada de decisão. Segundo o secretário de Agricultura Carlos Albert, as comunidades mais afetadas são: Sede Sarandi, Rancho Queimado e Capoeirada. “Já estamos disponibilizando o transporte de água para os animais nesses locais, pois para o consumo humano eles contam com os poços artesianos”.

“A partir de agora estaremos buscando junto às autoridades estaduais e federais auxílio para minimizar os problemas que estão ocorrendo, não apenas nas lavouras, mas também prejuízos na desagregação de materiais nas estradas com o trânsito pesado”, apontou o prefeito Nelson Guindani preocupado com o reparo das estradas neste período de fechamento de contas.

A assinatura do decreto pode proporcionar a intervenção do estado subsidiando insumos e disponibilizando recursos para que os produtores refaçam o plantio. O Prefeito que preside a Defesa Civil formada por representantes do Simae, Epagri, Cooperio, policias Civil e Militar, setor da saúde e educação, acredita que a resposta deva ser rápida. “Toda vez que decretamos à situação de emergência as ações do governo foram quase que imediatas, beneficiando o município e os agricultores”.

O representante da Epagri, porém cobra um auxílio maior do poder público, pois a previsão é de que a estiagem permaneça. “O caminho é a construção de cisternas para armazenar água. Temos recursos disponíveis no governo a juro zero, mas precisamos que o município ajude com as máquinas para prepararmos o chão, principalmente nos pontos com maior deficiência”, observou Itamar.

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