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ELEIÇÕES02/10/2016 às 13:30

Coligação emite nota sobre prisão de candidato a vice-prefeito

Coligação emite nota sobre prisão de candidato a vice-prefeito
Foto:Divulgação

Na manhã deste domingo (2) o candidato a vice-prefeito da coligação “Juntos por toda Joaçaba”, Ademir Righi, foi abordado por um indivíduo completamente embriagado, razão pela qual teve que fazer uma manobra para evitar o atropelamento.

Dois agentes da Policia Civil presenciaram a cena e fizeram a abordagem ao indivíduo, que estava de posse de um “santinho” do 15. Diante da situação foi feita abordagem a Ademir Righi, que estava com o material de campanha. Os policiais decidiram pela condução dos envolvidos à Delegacia de Polícia.

Conduzido ao presídio:

O delegado de plantão fixou fiança de 20 salários para o candidato a vice-prefeito Righi, e de 10 salários para seu motorista. “Tentamos pagar em cheque, mas o delegado não aceitou e tiveram que ser recolhidos ao presídio”, informou o advogado da coligação, Morgan Lima. De acordo com ele, a coligação tentou levantar a fiança “impagável” de R$ 25 mil. “Com os bancos estão em greve, fica difícil”, acrescentou.

Sobre o material apreendido no veículo, Morgan defendeu que eram adesivos de carro, que estavam no porta-malas do carro. “Na verdade, nem podem ser tratados como material de campanha. Quem é que vai distribuir adesivos de carro?”, questionou.

Righi acabou sendo liberado após o pagamento da fiança.

Versão da polícia

De acordo com o delegado Ricardo Saroldi, por volta das 11h50min, policiais civis conduziram o candidato a vice-prefeito e mais duas pessoas pelo crime do art. 299 do Código Eleitoral (compra e venda de votos).

O cidadão abordado estava com um santinho do candidato junto com R$ 20,00 e o titulo do eleitor. Em seguida foi abordado o carro do Righi, no qual foram encontrados santinhos idênticos ao apreendido, dinheiro e diversas propagandas de campanha.

O eleitor disse informalmente que recebeu o dinheiro do candidato, embora tenha alegado que recebeu como pagamento por um serviço de pintura. Formalmente se reservou ao direito de permanecer calado.

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