Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 01/11/2026 | 18:58
Publicado em 12/01/2017 ás16:00
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por intermédio do Centro de Apoio Operacional da Moralidade Administrativa (CMA), remeteu aos Promotores de Justiça do Estado informações sobre possíveis irregularidades em 115 candidaturas inscritas no pleito eleitoral de 2016, todas elas de servidores públicos.
A suspeita surgiu após avaliação dos resultados das eleições e do número de votos que esses candidatos receberam "foram menos de dez votos para cada disputante", muitos inclusive sem nenhum voto registrado. A análise foi realizada a partir de informações solicitadas ao TRE/SC.
Existe a possibilidade de que os candidatos tenham concorrido apenas para usufruir da licença remunerada para servidores em campanha eleitoral, sem praticar atos efetivos de campanha. Segundo a Lei Complementar nº 64/90, servidores públicos que desejem concorrer a cargos eletivos têm direito a receber sua remuneração integral durante o período de licença para campanha que, em alguns casos pode chegar a até seis meses. Contudo, se o servidor inscreve-se como candidato apenas para gozar da licença sem efetivamente engajar-se na eleição há, segundo a perspectiva do Ministério Público, a possível ocorrência de ato de improbidade administrativa, punível nos termos da Lei 8.429/92.
Casos do tipo foram identificados no último pleito em todo o país, o que fez com que o Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral (GENAFE) expedisse orientação sobre a atuação dos MPs estaduais nesses casos. A orientação, além de modelos de denúncia e ação de improbidade contra candidatos "laranjas" foram disponibilizadas pelo CMA aos Promotores de Justiça, que avaliarão os casos em suas respectivas Comarcas.
De acordo com o Coordenador do CMA, Promotor de Justiça Samuel Dal-Farra Naspolini, as candidaturas suspeitas envolvem servidores de todos os níveis, tendo o possível problema ocorrido em ao menos 80 Municípios do Estado. "A candidatura fictícia, caso comprovada, configura grave ato de improbidade administrativa, pois o servidor beneficiado desvirtua o sentido da licença para atividade política e recebe sua remuneração por vários meses sem trabalhar. Incentivamos nossos Promotores a investigar e verificar, em cada Município, o que é efetivamente fraude à legislação e o que é, apenas, o infortúnio eleitoral do candidato servidor".
No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podem ser encontradas informações detalhadas sobre as prestações de contas de cada candidato, inclusive recursos arrecadados e despesas realizadas. Para ter acesso aos boletins com os resultados da votação do 1º turno das eleições de 2016, por município, votação do candidato por seção ou por resultado por seção, o site do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE/SC) deve ser consultado.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 10h por um pescador que avistou o corpo ao acessar um beco da Rua Nereu Ramos, nas proximidades da garage
Evandro foi atingido por um poste durante os trabalhos de instalação de uma rede elétrica. Na ocasião, ele foi socorrido pelas guarnições do Corpo de
O acidente ocorreu por volta das 16h, nas proximidades da subestação da Celesc, e envolveu também outros dois veículos, um GM/Ônix e um GM/Celta
Jacinto Costa Bebber estava internado em estado grave após ter o corpo incendiado por criminosos que invadiram sua residência na Linha Grafunda Alta,
Andressa foi encontrada inconsciente e socorrida ao Hospital São Paulo, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu durante o atendimento méd
Celestino Guzatti, de 60 anos, apontado como autor do assassinato de Franciele Aparecida de Lima, de 34 anos, foi encontrado com ferimentos por dispar