Apareceu aqui, virou notícia!
(49) 9111 4055
Previsão do Tempo
11-12-2017 | 11:39
CARNAVAL06/12/2017 às 09:30

“Não acredito que a Câmara não aprove os recursos para o carnaval”, diz prefeito

“Não acredito que a Câmara não aprove os recursos para o carnaval”, diz prefeito
Foto:Prefeito Dioclésio Ragnini

O prefeito de Joaçaba, Dioclésio Ragnini, confirmou que o carnaval 2018 não receberá novamente recursos do Governo do Estado, que abriu programa para cadastramento dos projetos no último dia 22 de novembro, por meio do Fundo de Incentivo ao Turismo (Funturismo).

A Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) estará liberando R$ 2 milhões para os eventos no estado. Dentre os itens que poderão ser pagos com recursos do Funturismo estão a locação de sonorização, trio elétrico, iluminação, sanitários químicos, arquibancadas, grades, palco, estandes, contratação de serviço de limpeza, segurança, pesquisa e divulgação na mídia.

“Estive em Florianópolis na semana passada onde foi explicado que a Prefeitura teria que realizar o evento, licitando toda a estrutura necessária. Não há tempo suficiente para licitar as contratações dentro do prazo, que é 15 de fevereiro. Então, não vamos captar esse dinheiro para ter que devolver lá na frente”, disse o prefeito, que prefere realizar um evento modesto para não comprometer sua administração. “O carnaval de Joaçaba vai contar com recursos da Prefeitura e da Lei Rouanet. Temos que trabalhar com isso”.

Recursos da Prefeitura

Mesmo estão previsto no orçamento, o recurso de R$ 600 mil para o evento depende de aprovação da Câmara de Vereadores, que está sendo cobrada da população, pois o prefeito fechou duas escolas municipais com a alegação de contenção de despesas. “Não acredito que a Câmara não aprove. Se acabarmos com o carnaval, qual o evento grande que teremos para divulgar nossa cidade?”, questionou Dioclésio. “O carnaval é a maior divulgação que gente tem, e as pessoas tem que começar a entender isso. Se está no orçamento é porque eu sou favorável, e temos que ter coragem se assumir isso. Costumo dizer que no Brasil 5% briga por aquilo que não quer, e os outros 95% acabam ficando quietos. Com o carnaval isso também acontece”, comentou em referência as críticas ao evento.

Confira a entrevista abaixo:

Comentários
Publicidade
Anuncie Aqui