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01/06/2013 às 00:00

Em destaque neste mês Mélsi Moreira, ou Nego Mélsi para os amigos

O advogado, fiscal da fazenda aposentado, professor universitário que chegou a dirigir a Unoesc em Joaçaba.e foi candidato a prefeito em Herval
Em destaque neste mês Mélsi Moreira, ou Nego Mélsi para os amigos
Foto:Advogado e professor universitário Mélsi Moreira

Mélsi é muito querido e respeitado por todos e se define como uma pessoa realista, pois a infância humilde e com dificuldades o ajudou a ter sempre os pés no chão. Vamos a partir de agora tentar descrever um pouco de sua longa trajetória. 

Nascido em Joaçaba em 13 de maio de 1945, Mélsi Moreira, 67 anos, é casado há 32 anos com a também advogada Vânia Moreira e pai de duas filhas, Milene (27 anos) e Daniela (24 anos), que seguiram os passos dos pais e se formaram em direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina – Unoesc Campus de Joaçaba. 

Mélsi foi o primeiro filho do casal Dante Moreira e Dorvalina Romagna Moreira. Sua irmã Mirian veio cinco anos mais tarde e tão logo nasceu seu pai foi embora. A família desamparada teve a ajuda importante da madrinha Albina Toscan que os levou morar com ela e seus filhos: Alfeu e Hugo. Seu pai casou-se novamente e teve mais três filhas do segundo relacionamento: Marta, Marli e Márcia. Apesar de visitá-los vez e outra, o contato com o pai foi muito pouco, mais acentuado em 1969 quando foi transferido para Joaçaba, pois trabalhava na coletoria estadual, porém não demorou a ser transferido novamente, desta vez para São José do Cedro.

Mesmo sem a figura paterna por perto, Mélsi seguiu sua vida, aceitando e vencendo os desafios impostos. Cursou o primário no Colégio São José (na época colégio de freiras) e concluiu o ensino básico (obrigatório) no colégio Roberto Trompowsky. Para cursar o ginásio (ensino secundário) no Colégio Frei Rogério, ele conta que ganhou uma bolsa de estudos da Prefeitura de Herval d´Oeste. “Foi um fato inusitado, na época tinha uns 12 anos”, recorda. “Minha mãe trabalhava de servente na Prefeitura e aos domingos depois da missa eu ia com ela para dar uma revisada. No caminho encontrei uma carteira e de imediato mostrei a ela que tinha dinheiro e documentos. Ela, sempre muito honesta, abriu para ver de quem era para poder entregar, quando viu a identidade do prefeito (Luiz Dallacosta). Como ele costumava dar uma passada na Prefeitura no domingo eu avisei que tinha encontrado sua carteira e que estava em cima de sua mesa. Ele passou a mão no bolso, pois nem havia sentido a falta. Ficou agradecido, me deu uns ingressos para a matinê e uns trocados para comprar gibis. Dias depois ele voltou a falar comigo e me pediu se estava estudando. Falei que tinha concluído o grupo e não tinha condições de fazer o ginásio, foi quando ele me deu uma bolsa de estudos com a recomendação de não reprovar, mas eu ia bem nos estudos, até concluí o grupo em primeiro lugar com as melhores notas e ganhei um cofrinho e uma pequena poupança no Banco Nacional do Comércio (hoje Santander). Então devo o ginásio ao Prefeito”, fez questão de mencionar.

A vida profissional de Mélsi iniciou cedo. Começou a trabalhar como Office boy aos 13 anos (1958) na Varig – Cruzeiro do Sul. Depois disso sempre ocupou tarefas em escritórios por ter se formado técnico em contabilidade. Chegou a prestar vestibular para direito, mas como havia faculdade somente em Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre, interrompeu os estudos por 05 anos. Passou pelas empresas Caetano Natal Branco; Ernesto Panelatto; Madeireira Provino Brum; Sapes – Serviço de Alimentação de Previdência Social; Hidráulica Industrial S/A. 

Em 1962 enquanto trabalhava na Madeireira ingressou no futebol profissional, pois se destacava nos campeonatos juvenis na posição de meia-armador. Jogou pelo Hervalense, mas mesmo gostando muito do futebol teve que desistir do esporte após quebrar o braço direito, que deixou sequela. “Naquele tempo havia três times: Comercial Joaçaba, Atlético Joaçabense e o Hervalense. Foi um tempo bom” revive com saudade. 

Em 1969 conta Mélsi que foi convencido pelo amigo Osmar Demarco a cursar direito em Passo Fundo (RS). Como naquele tempo havia a frequência reduzida, não precisando estar todos os dias na faculdade, ele e os amigos Darci Fuga, Osmar Demarco e Rudi Thomas viajavam toda a semana. Nesse mesmo ano, Mélsi foi trabalhar com os filhos de sua madrinha em uma representação comercial em Curitiba vendendo produtos do Frigorífico Pagnoncelli (Perdigão). “Ficamos um ano com essa representação quando soubemos que a Souza Cruz queria terceirizar os serviços na Região de Joinville e na Região Oeste, que era de Joaçaba a Dionísio Cerqueira. Entramos na concorrência e ganhamos”. No entanto, o trabalho o fez trancar a matricula na faculdade para cuidar do ponto em Chapecó. Porém, o negócio que era bom, foi interrompido por uma política interna da empresa multinacional que retomou as vendas.

Mélsi então volta a cursar a faculdade, mas as regras já eram outras, o Ministério da Educação havia cortado a frequência reduzida, tendo que ter 75% de presença. Não lhe restou alternativa a não ser se mudar para Passo Fundo onde trabalhou como vendedor de gêneros alimentícios e também como garçom em casamentos. “Fazia de tudo para me manter”. A hospedagem não era das melhores, mas dentro das possibilidades. “Parava no Hotel Nacional que era um hotel 20 estrelas (risos). Tinha muitos furos, mas cobrava barato dos estudantes e oferecia café, almoço e o jantar”. 

Concluída a faculdade e com o diploma de advogado em mãos, Mélsi volta a Joaçaba em 1974, e trabalha alguns meses com Rudi Thomas (falecido), logo depois no escritório do advogado Ernesto Moreira. Como tinha inclinação para a política, após o expediente se dedicava a campanha do candidato a prefeito pelo PDS em Joaçaba, Evandro Magalhães de Freitas. A campanha era coordenada por Seu Horivil Zago (proprietário da Chevrolet), a quem chamava carinhosamente de padrinho. Com a vitória, Zago indicou Mélsi para trabalhar na Prefeitura. “Ele disse: Negrinho, como me chamava, o Evandro quer uma turma de rapazes para trabalhar com ele. Vai você, o engenheiro Gilson Caldart, o Jorge Zamoner... eles listaram só gente nova”, recorda. Mesmo não interessado, pois estava se estabelecendo como advogado, preferiu não contrariar a indicação do padrinho e assumiu o cargo de assessor de planejamento e coordenação na administração municipal e mais tarde diretor presidente da EMDEJO – Empresa de Desenvolvimento de Joaçaba, uma espécie de secretaria de infraestrutura, responsável pela pavimentação de ruas, coleta do lixo, estradas do interior,etc. Durante o período que esteve na Prefeitura se especializou cursando Técnico em Problemas de Desenvolvimento Urbano (1977) na Federal em Florianópolis e Administração do Planejamento Urbano (1978) na Federal do Rio Grande do Sul. Os cursos eram voltados para a administração pública, setor primário (agricultura), setor secundário (indústria e comércio) setor terciário (prestação de serviço), estrutura viária: transporte, trânsito, tráfego, mobilidade urbana. “Estudei cidades de porte médio como: Chapecó, Joaçaba, Balneário Camboriú e o norte da Ilha, Canasvieiras. Já em Porto Alegre estudei as Megalópoles como: Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Tinha que entender do que estava fazendo, e tudo que os professores previam aconteceu. Eles falavam dos caos que iria virar o país pela falta de planejamento”, apontou.

Em 1980 quando pensou em voltar a função de advogado, prorrogaram os mandatos dos prefeitos por mais dois anos, mas o compromisso com o prefeito Evandro Magalhães havia sido cumprido, foi quando o prefeito hervalense Rudy José Nodari o convidou para trabalhar com ele. Novamente não conseguiu recusar e ficou os dois últimos anos da administração na Prefeitura de Herval d´Oeste. Quando começou o processo eleitoral, Mélsi foi pego de surpresa pelo partido que o indicou a candidato a prefeito. Eram três candidatos, pelo PDS: Mélsi Moreira, Nilson Ramella e Jurema Bittencourt, contra três do MDB: Américo Lorini, Alcides Saraiva e Marino Jacomel. “Não queria, tinha bons relacionamentos no município e nunca fui político”, confessou. “Daí me arrumaram um bom vice, o falecido pai do professor Mauro Martini, Nilso Martini. Ele era bom de voto, mas mesmo assim aparecíamos em último nas pesquisas que apontavam que faríamos apenas 400 votos de um total de 7.200 eleitores. Acabou se elegendo o Américo que já tinha feito uma base, estava preparado para a disputa. Mas fiz mais votos do que apontava a pesquisa. Conseguimos 982”, ameniza. 

Passado este período, Mélsi volta a advogar ao lado do amigo Osmar Demarco, leciona direito tributário para administração na Unoesc, naquele tempo FAJO – Faculdade de Administração de Joaçaba, e vira comentarista no Jornal do Meio Dia da Rádio Líder a convite do diretor Carlos Henrique Roncálio. 

Em 83 após passar no concurso público começa a exercer a função de fiscal da fazenda estadual em Chapecó. Em 86 consegue transferência para Joaçaba onde assume a chefia da fiscalização de mercadorias em trânsito na Secretaria comandada pelo amigo Avelino Primo. Não demorou para conseguir a chefia em São Miguel do Oeste, onde ficou apenas 07 meses e retornou a Joaçaba, foi quando recebeu o convite para trabalhar na procuradoria fiscal do estado no Governo Pedro Ivo Campos, pois possuía formação na área jurídica. Em Florianópolis conseguiu ficar apenas 01 ano. “Sou do mato. Cidade grande é bom pra passear. Ficar preso no trânsito, acordar mais cedo, chegar mais tarde em casa...não é pra mim”, justificou. No entanto em 1992 volta a capital do estado para trabalhar na Assembleia Legislativa a convite do deputado estadual e colega da secretaria da fazenda Gilmar Knaesel, que se elegeu para o segundo mandato. Desta vez Mélsi foi sozinho e voltava toda semana para lecionar na Unoesc.

Na Unoesc, além de lecionar em diversos cursos, Mélsi ficou a frente do Sajuco – Serviço de Atendimento Jurídico, foi diretor do Centro de Ciências Jurídicas por dois mandatos, e como vice de Aristides Cimadon, respondeu pela unidade de Joaçaba quando o reitor assumiu em Chapecó, mas abriu mão após 08 meses pelo acúmulo de funções. Lecionou também durante dois anos na UNC em Concórdia.

Encerrou suas atividades na universidade em 2005, mas retornou para mais um semestre em 2006 devido a falta de professores, lecionando apenas para o direito. 

Hoje depois de todo este percurso, Mélsi apenas presta orientação graciosa aos colegas, sem exercer a advocacia formal, no entanto revela saudades de quando lecionava. “Você aprende muito com os alunos. Sempre tem os interessados que te fazem aprender, que interagem. Ninguém sabe tudo que não precisa aprender, e ninguém sabe tão pouco que não possa ensinar”, filosofa. 

Da política se afastou em função da vida corrida. Foi da Arena que virou PDS e hoje é o atual PP. Chegou a se filiar por um breve período no PFL (DEM) que também derivou do PSD, mas voltou às fileiras do PP onde permanece até hoje. 

"Lula foi um bom presidente. De burro não tem nada, foi buscar os melhores para fazer seu governo. Precisa isso para todos os prefeitos, reunir gente para encontrar soluções".

Agora um pingue-pongue para conhecer o que pensa o advogado, político e professor universitário: 

Caco da Rosa – Como vê a profissão de advogado nos dias atuais?
Mélsi Moreira – Precisa ser mais valorizada, assim como qualquer outra profissão. Temos uma questão cultural, por exemplo: se você vai ao médico ou dentista, já vai com o dinheiro ou tem plano de saúde para cobrir a consulta. Com o direito isso não acontece. A consulta demanda de tempo e conhecimento do profissional e a população brasileira ainda não tem condições de reconhecer que o advogado merece ‘x’ e não ‘y’.

CR – O direito tem que mudar?
MM - O direito não, o que precisa é uma revisão na legislação brasileira. O Código Penal tem mais de 70 anos. Os problemas é que são diferentes. 

CR - Toda lei tem uma brecha?
MM – Nem sempre. Isso é um terreno muito melindroso. Tem o direito material, por exemplo, matar alguém: pena de 12 a 30 anos, mas daí vamos ver os motivos. Daí tem o direito processual que vai dizer como aplicar esse direito. A solução do litígio brasileiro é muito lenta. Cabe aqui uma frase do Rui Barbosa “Justiça tardia não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”. Você tem um direito, mas para tê-lo reconhecido espera de 06 a 07 anos. 

CR – Maioridade penal que está sendo muito discutida no Brasil. Qual sua opinião?
MM - Um jovem de 17 anos que mata e assalta não sabe que está errado? Tem vários pontos de vista. Tem que haver a certeza da punição. Cometeu um ilícito vai responder por aquilo.

CR – O advogado deve aceitar todas as causas, ou pode escolher de acordo com seus princípios?
MM - Minha área é administrativa e tributária, mas depende do foro íntimo. Defesa tem que ter, todos tem esse direito. Pode ser o maior bandido, mas tem que ter direito a defesa. Se não tiver nenhum motivo de impedimento tenho que defender. É o chamado ‘advogado do diabo’ (brinca). 

CR – Julgamento do Mensalão?
MM - Atitude boa do Supremo para o Brasil, senão você não acredita mais em nada. 

CR - É um divisor de águas?
MM – É um indicador grande, uma semente.

CR - Se não fosse advogado o que seria?
MM – Gosto da imprensa, de repente até jornalista (risos e pausa). Medicina acho uma profissão bacana. Jogador... quem sabe? Dizem que eu jogava bem, mas será que não foi bom que eu ter quebrado o braço? Daí fui estudar. 

CR – Já que gosta de política, qual sua visão sobre a política nacional?
MM - Se retroagirmos na história política do país, vamos perceber que o PT se preparou e estabeleceu uma meta para ficar no governo por um bom tempo. Se não surgir boas lideranças eles vão eleger presidente novamente.

CR – Ideologia partidária?
MM - Não existe mais. Prova disso é o casamento entre PMDB e PT. Nas últimas eleições então... Misturou tudo. Hoje como diz o Adgar Bittencourt, não se tem mais ideologia, é só interesse. Não sei avaliar se isso é bom ou ruim. 

CR – Mas o eleitor ainda vota de forma partidária em sua opinião?
MM – Tem o eleitor ferrenho que vota na legenda, aquele que fica decepcionado quando vota em alguém que troca de partido. Acho que é minoria, mais ainda tem. O Jorginho (Mello) vai levar muita gente para o PR, para o eleitor partidário é ruim. Eu não vejo problema em votar para o Jorginho que não é do meu partido. É amigo e conhecido. Voto em quem eu conheço.

CR – Como vê as políticas de incentivo do governo federal?
MM - Tava lendo em um jornal outro dia que os municípios Joaçaba, Herval e Luzerna têm 35 mil veículos. E o governo continua incentivando o setor com redução do IPI. A estrada continua a mesma, o espaço é o mesmo. Isso é um problema. Tem que se pensar de outra forma, com planejamento. 

CR – Já que falou em número de veículos em nossas cidades e estudou planejamento urbano, o que dizer da situação do trânsito?
MM – Hoje não temos mais mobilidade urbana, se for a pé de Herval a Joaçaba leva menos tempo que de carro. No meu tempo de estudo o termo era trânsito e tráfego. Trânsito – Deslocamento de pessoas ou coisas pelas vias de circulação. Tráfego – deslocamento de pessoas ou coisas em missão de transporte. Tem que ter um transporte coletivo à altura, com qualidade, tarifa adequada e pontualidade para atrair usuários e diminuir o número de veículos de circulação. Uma ideia que não é minha, já foi falada, é instalar sinaleiras para pedestres em faixas de seguranças para que o veículo não fique refém dos pedestres e aconteça a travessia em bloco. Hoje estamos parando para um pedestre e logo em seguida vem outro e a coisa não anda. Mas é necessário estudo, não dá para fazer um planejamento isolado. Tem que tentar, mas vejo que ainda prevalece o medo do novo. Você se arrepende daquilo que não faz. Na minha opinião, tem ao menos que tentar. Não deu certo, volta atrás e parte para outra. Isso era para ontem.

CR – Desenvolvimento. Há muitas reclamações que Joaçaba estagnou. O que pensa a respeito?
MM – Tem pessoas que defendem que uma cidade boa é uma cidade grande, mas nem sempre uma cidade grande tem qualidade de vida. Quem não pode ser o maior tem que ser o melhor. Tem que aprimorar aquilo que a gente faz de melhor e ver quais são as saídas. Uma vez se vivia plantando o feijãozinho o arroz, criando a galinha e o porco, hoje não sobrevive mais, ou você é integrado, ou... A coisa é conjuntural. O que é desenvolvimento? Qualidade de vida? Perdemos uma empresa, qual é nossa vocação? Se você produz alguma coisa nova, você vende para o mundo. Comprar da China é fácil, mas só se dá bem quem produz. Joaçaba queira ou não, tem um setor terciário muito bom que é a prestação de serviços e que movimenta a economia. Todos saem de casa e vão se encaixando nos seus lugarzinhos, então agora é pensar no que produzir.

CR – O número de habitantes é um fator negativo para Joaçaba, Herval e Luzerna?
MM - Em termos de população vem um jogo muito grande. Número de habitantes e votantes. Chapecó onde morei por duas vezes, é uma cidade grande, mas com grandes problemas. Problemas de ordem social, pois chamou muita gente. A grande saída é o tal de Brainstorming ou “tempestade mental”. Tem que reunir pessoas para discutir os problemas e encontrar soluções, tá faltando isso. Deixá-las falar, pois na fala de alguém sempre tem alguma coisa que dá para aproveitar. Pessoas iluminadas são poucas. Lula foi um bom presidente. De burro não tem nada, foi buscar os melhores para fazer seu governo. Precisa isso para todos os prefeitos, reunir gente para encontrar soluções.

Jogo rápido:

Nome completo: Melsi Moreira.
Data nascimento: 13/05/1945.
Signo: Touro.
Time: Sou gremista, mas em Santa Catarina sou Figueirense.
Religião: Católico apostólico romano, não praticante.
Política: Algo bom, necessário.
Uma cidade: A minha Herval d´Oeste.
Um sonho: Um cara com 67 anos... Terminar a vida de forma tranquila, porque a certeza da morte é inevitável.
Virtude: Sou honesto.
Defeito: Tenho tantos (pensativo). Ser muitas vezes ingênuo, acreditar demais nas pessoas.
Uma paixão: Minha família, algo que eu mais prezo.

 

Fotos abaixo acervo pessoal: (Foto 01: Mélsi nenê; 02: Mélsi aos 4 anos de idade; 03: Seus pais, Dorvalina e Dante Moreira no Rio do Peixe; 04: Mélsi com sua irmã; 05: Time de futebol Frei Rogério Mirin; 06: Ginásio Marista Frei Rogério; 07: Formatura do Curso de Técnico em Contabilidade no ano de 1964; 08: Futebol em Lacerdópolis pelo time Madeireira Futebol Clube; 09: Trote da faculdade de Direito da Universidade de Passo Fundo – UPF; 10: Baile em Chapecó; 11: Graduação em Bacharelado em Direito na UPF ano de 1974; 12: Prefeitura Municipal de Joaçaba com o cargo de Assessor de Planejamento e Coordenação; 13: Diretor Presidente da EMDEJO; 14: Com suas filhas Daniela e Milene; 15: Aniversário de sua filha Daniela; 16: Com a mulher Vânia Maria Moreira e suas irmãs - Marta, Marli e Márcia Moreira e sua Madrasta Ida Moreira em Dionísio Cerqueira; 17: Viagem à Buenos Aires; 18: Jantar no Chile; 19: Formatura em Direito da filha Daniela Kranz Moreira no ano de 2011; 20 e 21: Carteirinha de jogador profissional).

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