Caco da Rosa - Unificação de Joaçaba, Herval e Luzerna traria prejuízos, aponta Moisés
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18-08-2018 | 07:35
GERAL11/06/2018 às 18:34

Unificação de Joaçaba, Herval e Luzerna traria prejuízos, aponta Moisés

Unificação de Joaçaba, Herval e Luzerna traria prejuízos, aponta Moisés
Foto:Prefeitos participaram da palestra Feirão do Imposto (Foto:Assessoria)

O prefeito de Luzerna, Moisés Diersmann, fez um estudo técnico sobre uma possível junção do seu município com Joaçaba e Herval d´Oeste para apresentar na palestra “Feirão do Imposto”, que aconteceu na noite da última quinta-feira (7) no Auditório Afonso Dresch da Unoesc Joaçaba. Para sua surpresa, o levantamento apontou que os três municípios recebem mais separados do que receberiam se fossem unificados. 

“Eu sempre fui um defensor de unir os três municípios, mas os dados deste estudo chamam muito a atenção. Separados, os três municípios recebem hoje do Governo Federal R$ 37 milhões de reais, referente ao do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Se juntássemos os três receberíamos R$ 25 milhões, pois o governo distribui pelo número de habitantes. Todo município com até 10 mil habitantes leva vantagem porque envolve um índice. Luzerna, que tem 6 mil habitantes, recebe mais recurso que se estivesse junto com Joaçaba e Herval d´Oeste”, apontou Diersmann, ao dizer que mesmo levando em consideração outras fontes de recurso, como o ICMS do Governo do Estado, os três recebem R$ 17 milhões a mais separados.

Moisés também simulou o corte de despesas com prefeitos, vice-prefeitos, secretários e vereadores, pois apenas uma estrutura seria mantida caso os municípios se unificassem. “Se enxugássemos assim a máquina pública, chegaríamos a uma economia de somente R$ 4,2 milhões, frente aos R$ 17 milhões que recebemos separados”, lamentou.

“Aquele leitura que juntos seríamos mais fortes não é bem assim. O modelo nacional tem que ser refeito, não pode estar calcado em fortalecer a divisão e sim a união. Sabemos que a divisão favorece o apoio político com mais vereadores e prefeitos. Então, essa é uma crítica que eu faço ao modelo de coleta que a União tem hoje, que centraliza tudo e manda para os municípios as parcelas, quando deveria ser o contrário”, concluiu.

Acompanhe abaixo a entrevista:

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