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SAÚDE27/07/2018 às 17:00

Saúde de Joaçaba orienta sobre a prevenção às hepatites virais

Saúde de Joaçaba orienta sobre a prevenção às hepatites virais
Foto:Imagem ilustrativa

Neste sábado, dia 28 de julho, é celebrado o Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais. Para isso, a Secretaria Municipal de Saúde de Joaçaba orienta sobre a importância da realização de exames para diagnóstico precoce das hepatites virais, que é uma doença silenciosa, causada por vírus e que prejudica o fígado, podendo levar a cirrose, ao câncer e consequentemente a óbito.

Em Joaçaba, o ambulatório IST/AIDS/Hepatites Virais atende atualmente em torno de 130 pacientes com hepatite, onde realizam consultas médicas periodicamente e todos os exames necessários para o tratamento e acompanhamento.

O exame para diagnóstico das hepatites virais pode ser realizado através do teste rápido, que está disponível em todas as Unidades de Saúde do município. Mais informações podem ser obtidas na Secretaria de Saúde no telefone 3521 – 1555/ Ramal 213 com Silvana.

Saiba mais sobre as hepatites:

HEPATITES VIRAIS B E C

HEPATITE B:

É uma doença infecciosa, que atinge o fígado, podendo levar à cirrose hepática e até mesmo desenvolver um câncer de fígado. É considerada uma doença sexualmente transmissível.

TRANSMISSÃO

• Através de relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada;

• Da mãe infectada para o filho durante a gestação ou parto;

• Compartilhamento de material para uso de drogas como seringas e agulhas;

• Transfusão de sangue contaminado;

• De higiene pessoal como lâminas de barbear, alicates de unha ou outros objetos perfuro cortantes;

• Tatuagem e piercings com materiais não descartáveis ou não esterilizados corretamente.

SINTOMAS

A hepatite B é considerada uma doença silenciosa, que nem sempre apresenta sintomas, mas quando aparecem podem ser:

• Cansaço;

• Febre;

• Mal-estar;

• Tontura;

• Enjoo, vômitos;

• Dor abdominal;

• Pele e olhos amarelados.

PREVENÇÃO

As principais formas de prevenção contra a hepatite B são a vacina e o uso de preservativos. O Ministério da Saúde disponibiliza a vacinação contra hepatite B para todas as faixas etárias, em toda a rede pública de saúde. Recém-nascidos, cujas mães são portadoras do vírus, devem receber imunoglobulina específica e vacina imediatamente após o parto para diminuir o risco de transmissão vertical.

TRATAMENTO

Nem todas as pessoas com diagnóstico positivo para Hepatite B necessitam de tratamento inicialmente, por isso todos os pacientes são acompanhados periodicamente pelo médico do ambulatório para realização de exames.

HEPATITE C:

A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV). Assim como o vírus causador da hepatite B, está presente no sangue, sendo uma doença silenciosa que prejudica o fígado.  

TRANSMISSÃO

• Compartilhamento de material para uso de drogas como seringas e agulhas;

• Transfusão de sangue contaminado;

•. De higiene pessoal como lâminas de barbear, alicates de unha ou outros objetos perfuro cortantes;

• Tatuagem e piercings com materiais não descartáveis ou não esterilizados corretamente.

• Da mãe infectada para o filho durante a gravidez (mais rara);

• Relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada (mais rara).

SINTOMAS

O surgimento de sintomas em pessoas com hepatite C aguda é muito raro. Entretanto, os que mais aparecem são:

• Cansaço;

• Febre;

• Mal-estar;

• Tontura;

• Enjoo, vômitos;

• Dor abdominal;

• Pele e olhos amarelados.

Por se tratar de uma doença silenciosa, é importante consultar-se com um médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam as hepatites. O diagnóstico precoce da hepatite amplia a eficácia do tratamento.

TRATAMENTO

Segundo a portaria N° 13 de 13 de Março de 2018 do Ministério da Saúde, todas as pessoas com diagnóstico de hepatite C tem direito ao tratamento disponibilizado pelo SUS. Até mesmo as pessoas que já trataram hepatite C anteriormente e não evoluíram para cura tem o direito ao retratamento para hepatite C.

Nos últimos três anos houve mudança para o tratamento da hepatite C, sendo que na maioria das vezes a medicação é através de via oral para facilitar a adesão e causando menos efeito colateral aos pacientes.

Fonte: Marivania Carvalho da Silva/Assessoria de Comunicação

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