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JOAÇABA11/09/2018 às 11:45

Sem ter onde morar: mãe e filho são despejados de casa em Joaçaba

Sem ter onde morar: mãe e filho são despejados de casa em Joaçaba
Foto:Caçamba da Prefeitura foi disponibilizada

Uma mulher e seu filho de 6 anos estão sem onde morar depois que a Prefeitura de Joaçaba, juntamente com um oficial de justiça, cumpriu ordem de reintegração de posse na manhã desta terça-feira (11). A mulher, que é separada, morava em uma das casas do Conjunto Habitacional Armindo de Medeiros Haro há dois anos.

Marta Teresa Vieira, 29 anos, relata que é diarista e que não possui condições de pagar um aluguel para morar. “Naquela época procurei a Prefeitura pedindo ajuda, pois não tinha para onde ir”, disse ela, que acabou invadindo a casa que estava abandonada naquele momento. “Agora não tenho para onde ir. Na casa da minha mãe moram três famílias”, relatou Marta desesperada. A mobília foi deixada na frente da residência de sua mãe, que reside no mesmo bairro.   

O vice-prefeito e secretário de Assistência Social, Jucelino Ferraz, informou que a moradora foi informada sobre a decisão judicial ainda em outubro de 2017, não tendo tomado nenhuma providência para deixar o local. De acordo com ele, a casa será ocupada por uma mulher que tem dois filhos e que também não tem condições de pagar aluguel. “É bom esclarecer que se trata de uma decisão judicial. Ela invadiu a casa e estava ocupando o lugar de outra família. O Conselho de Habitação é quem decide as necessidades, e temos mais 170 famílias com a mesma situação”, ressaltou.

Ferraz disse ainda que não há o que fazer neste caso, e infelizmente a mulher terá que aguardar como os demais a lista de espera. “Agora ela é a terceira nessa lista. Tão logo o munícipio construa novas casas ela será contemplada, ou ainda no caso de desistência ou falta de pagamento dos moradores dessas casas do Conjunto Habitacional”, completou.   

Questionado se a Prefeitura não poderia incluir a mulher no aluguel social, o vice-prefeito justificou que a situação dela não se inclui na Lei, pois o benefício é liberado em casos de catástrofes.

Quem se sensibilizou com a situação da Marta e possui condições de ajudar, pode entrar em contato pelo telefone (49) 9926-6192.

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