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SAÚDE28/11/2018 às 13:59

Campanha oferece diagnóstico gratuito de câncer de pele

Campanha oferece diagnóstico gratuito de câncer de pele
Foto:AMU - Ambulatório Médico Universitári

Neste sábado, dia 01 de dezembro, Joaçaba realizará a 11ª edição local da Campanha Nacional Contra o Câncer de Pele, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. O evento será realizado no AMU – Ambulatório Médico Universitário, das 8h às 12:00 horas, com apoio do curso de Medicina da Unoesc.

Haverá orientação sobre o câncer de pele, incluindo prevenção e autoexame e ainda exame clínico realizado pelos acadêmicos de medicina, sob supervisão do médico dermatologista responsável pela campanha, professor Dr Roberto Rheingantz da Cunha Filho, e apoio das médicas dermatologistas, Dra Jussara Quadros e Dra Roberta Zanella.

Serão disponibilizados até 100 atendimentos gratuitos. Havendo caso suspeito de câncer de pele será encaminhado para tratamento. Pintas que mudaram de cor ou estão crescendo são lesões suspeitas e merecem avaliação. Nódulos ou feridas que não cicatrizam, especialmente no rosto, orelha ou áreas que estão mais expostas ao sol também merecem cuidados. Situações como alergias, micoses e infecções não serão tratadas, pois não são o foco da campanha.

A campanha em Joaçaba é realizada desde 2008, e tem identificado entre 8 a 15 casos por ano, ou seja, já identificou mais e 120 casos ao longo destes 10 anos.

DADOS SOBRE CÂNCER DE PELE

De todos os tipos de tumores malignos diagnosticados na população brasileira, o câncer de pele representa cerca de 25%, ou seja, é o tipo mais comum de todos os cânceres. Apesar de frequente, geralmente tem altos índices de cura, quando diagnosticado e tratado precocemente.

É mais comum em pessoas acima dos 40 anos de idade e é relativamente raro em crianças e negros. Pessoas de pele clara, sensível à ação dos raios solares e, que trabalham em locais a céu aberto, são as principais vítimas. Um dos principais fatores de risco para o câncer de pele na nossa região é a coloração clara da pele, devido a colonização/origem italiana e alemã.

Como a pele - maior órgão do corpo humano - é heterogênea, o câncer de pele pode apresentar tumores de diferentes linhagens, como o câncer de pele melanoma e o câncer de pele não melanoma.

Estima-se mais de 171 mil casos de câncer de pele em 2018. Ocorreram 3.316 óbitos, mas provavelmente o número seja maior, porque a última estimativa é 2013. O câncer de pele não melanoma é o mais incidente e o que menos mata, mas pode deixar significativas sequelas.

Em Santa Catarina, para 2018, a estimativa é de 9990 novos casos de todos tipos cânceres de pele, ou seja, engloba cerca de 5,8% de todos casos do Brasil. O Estado  tem a maior incidência proporcional do Brasil, também chamada taxa bruta de 163 casos por 100 mil habitantes homens, depois vem Rio de Janeiro, com 120 caso s a cada 100 mil habitantes.

O câncer de pele melanoma, o mais grave, representa 3% das neoplasias malignas da pele. Quanto ao melanoma, sua letalidade é mais elevada, porém sua incidência é baixa. No Brasil são estimados 6.260 novos casos para 2018. A última estimativa de óbitos foi em 2013, com 1547. As maiores taxas estimadas em homens e mulheres encontram-se na região Sul.

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