Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 23/06/2026 | 23:52
Publicado em 15/12/2018 ás09:00
Policiais militares tiveram que efetuar um disparo com bala de borracha para dispersar uma briga generalizada na madrugada deste sábado (15) na Avenida Barão do Rio Branco, em frente a Casa dos Pneus, em Joaçaba.
As guarnições foram acionadas por volta das 4h13min para conter a briga, que iniciou nas proximidades do Clube Cruzeiro, onde os envolvidos danificaram cadeiras e bancos de uma barraca de cachorro-quente, além de correntes de uma loja agropecuária.
Spray de pimenta e cassetetes não foram suficientes para conter os mais de 10 indivíduos, sendo necessário o disparo. Os brigões se evadiram do local proferindo xingamentos contra a PM.
Em seguida as guarnições tiveram que se deslocar até a Rua Felipe Schmidt, onde os possíveis envolvidos estavam promovendo gritarias em frente a uma loja de conveniência. Os policiais confeccionaram o boletim da ocorrência para apurar os fatos e identificar os envolvidos na briga, perturbação e vandalismo.
Também durante a madrugada, um rapaz deu entrada no Hospital Universitário Santa Terezinha com ferimento grave na cabeça. Os policiais foram até o local, mas a vítima estava sedada, não sendo possível apurar se a lesão foi causada na confusão.
No interior do baú, os agentes encontraram diversos fardos contendo tabletes de maconha, que totalizaram 1.984 quilos da droga, além de dois pneus de
As investigações foram iniciadas a partir de uma denúncia anônima que apontava a atuação de um grupo organizado na prática de caçadas na região
As imagens de segurança mostraram a profissional segurando o menino com força, arrastando-o pelos braços, pressionando seu corpo contra o chão e utili
No dia 27 de dezembro, após um desentendimento no trânsito, o investigado desferiu golpes de faca contra Jhonatam Júnior da Silva Novask, de 30 anos.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 18h, depois que uma menina de 2 anos e um menino de 5 anos precisaram ser levados à garagem dos ônibus da
Vítimas contraíam dívidas impagáveis a partir do fornecimento, pelos donos da boate, de alimentação, vestuário, itens de higiene e medicamentos com pr