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Publicado em 19/05/2022 ás18:00
A Associação Chapecoense de Futebol emitiu na tarde desta quinta-feira, dia 19, uma nota oficial após a operação realizada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) na casa do empresário e ex-presidente do clube, Plínio David De Nes Filho (Maninho).
A operação recebeu o nome de “4 linhas”, em alusão ao movimento feito para indicar a consulta ao VAR em um jogo de futebol, e apura possíveis crimes de furto qualificado, apropriação indébita, falsidade ideológica e organização criminosa praticados, em tese, entre janeiro de 2017 e dezembro de 2019. Documentos teriam sido apreendidos na casa de Maninho.
De acordo com a Chapecoense, o trabalho de investigação está sendo “acompanhado de perto” pela atual diretoria. “O clube respalda o trabalho realizado pelos conselheiros que deram início a esse procedimento, reforça a sua confiança e o seu apoio à justiça e se compromete a oferecer todo o suporte e apoio às investigações”, diz um trecho da nota (leia na íntegra mais abaixo).
Leia na íntegra a nota da Chapecoense
A Associação Chapecoense de Futebol, em nome da sua diretoria, vem a público a fim de informar que está acompanhando de perto todos os desdobramentos acerca da "Operação 4 linhas" e que se habilitará no processo a fim de ter acesso a maiores informações.
Além disso, o clube respalda o trabalho realizado pelos conselheiros que deram início a esse procedimento, reforça a sua confiança e o seu apoio à justiça e se compromete a oferecer todo o suporte e apoio às investigações.
Tão logo as tramitações avancem e as investigações sejam concluídas, a instituição alviverde emitirá juízo sobre quais providências serão tomadas.
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