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ENTRETENIMENTO01/03/2013 às 10:51

Filas enormes se formaram para assistir o 1º Assalto ao Trem Pagador em Joaçaba

A exibição do documentário ‘1º Assalto ao Trem Pagador’ em Joaçaba fez muita gente lembrar os áureos tempos do Cine Avenida quando exibia clássicos como Ghost e Titanic. Filas enormes se formaram no Teatro Alfredo Sigwalt, e muitos tiveram que aguardar durante uma hora para assistir a segunda sessão do documentário.

A obra que conta a saga do lendário Zeca Vaccariano que entrou para a história como mentor e executor do maior atentado financeiro, já foi exibida em Pinheiro Preto, Piratuba, Videira e Concórdia, sempre com casa cheia e na maioria das vezes em duas sessões. “Estávamos muito apreensivos com relação à Joaçaba, e agora me sinto feliz e aliviado pela resposta do público”, disse Vilmar Sartori da VMS Produções que é co-produtor do filme.

O produtor Ernoy Mattiello atribui a aceitação do filme ao aspecto regional, ao trabalho de divulgação feito pela imprensa, e, pelas participações do radialista Tchê Mendes e de Gabriel Sater, filho do cantor Almir Sater que ficou conhecido na região por sua atuação em novelas. “Não saberia passar a receita, pois temos um elenco inexperiente que participou sem receber cachê algum, até porque não tínhamos orçamento suficiente para contratar atores profissionais” revelou ao informar que a produção contou apenas com o apoio financeiro da Prefeitura de Pinheiro Preto e por alguns patrocinadores que acreditaram no projeto. “Era para ser algo pequeno, mas foi ganhando corpo e a responsabilidade aumentando”, relatou. O documentário utilizou locações em Pinheiro Preto e Piratuba e envolveu 85 pessoas, entre atores, figurinistas e entrevistados.

Já o protagonista do documentário, Tchê Mendes que viveu o lendário Zeca Vaccariano, comentou que foi um trabalho complexo, com um personagem muito forte. “Tivemos um cuidado especial para retratar com fidelidade a intensidade desse elemento que entra para a história, embora por caminhos tortos”. Quanto a interpretar “todo mundo é ator, todos temos a magia da interpretação, seja no trabalho, no amor, na família, com os amigos... estamos constantemente atuando, fazendo desse mundo um grande palco. Tolo é quem não interpreta.” brincou. De acordo com o radialista cabe a cada um avaliar o papel de Zeca Vaccariano na história “se foi um bandido ou herói, que cada um possa fazer sua análise” concluiu satisfeito.

Para quem não teve a oportunidade de assistir, na próxima terça-feira (05) o documentário volta a ser exibido no Teatro Alfredo Sigwalt na sessão do Cine Clube.

Confira no vídeo a entrevista com Tchê Mendes.



Fonte: caco da rosa

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