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Publicado em 21/10/2015 ás12:00
O delegado regional de Joaçaba Daniel Régis, juntamente com o delegado da Comarca de Capinzal Bruno Boaventura, reuniu a imprensa na manhã desta quarta-feira (21) para passar dados da operação que desmantelou uma quadrilha especializada em roubo e adulteração de veículos na região de Ipira e Piratuba, com envolvimento no Rio Grande do Sul.
A operação foi realizada na tarde da terça-feira, quando a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em três residências, uma oficina mecânica e um ferro velho, onde foram localizados três veículos (pickup S-10, Prisma e um Sandero), além de armas, motores, peças, e documentos falsificados. Quatro pessoas foram presas por receptação qualificada, pois segundo as investigações, promoviam a venda de peças e veículos, sendo que um deles pode ter participado diretamente dos assaltos. Autuados: Marcos Paulo Kaefer e Donir da Silva, ambos com 35 anos, e suas respectivas esposas, M.L.H., 26 anos, e F.I., 35 anos. A oficina e o ferro velho foram lacrados pela polícia.
Os delegados informaram que as investigações iniciaram após os constantes assaltos na região de Piratuba nos últimos 12 meses. “Houve a necessidade de uma força-tarefa para dar uma resposta à comunidade”, disse Daniel Régis ao afirmar que parte importante da quadrilha de roubo a residências foi desmantelada. “Ainda há elementos de informação para serem colhidos para prender os elementos que atuaram diretamente nos assaltos. Minha expectativa é que a gente possa fazer isso até o final do ano”, acrescentou. De acordo com eles, foi um trabalho desgastante, que envolveu um grande número de policiais, e exigiu comprometimento total das equipes de investigação, que monitoraram os suspeitos durante um longo tempo.
Durante a coletiva, Daniel Régis comentou que um dos envolvidos andava com uma S-10 2014 Cabine Dupla, avaliada em mais de R$ 100 mil. “O sujeito é motorista de uma empresa de transporte de adubos, ganha entre R$ 3 a 4 mil por mês, e fez um patrimônio significativo com esse tipo de crime. Ao que tudo indica o delito vinha acontecendo há um longo tempo, tanto que eles estavam bastante confortáveis dirigindo os veículos roubados do Rio Grande do Sul”.
Os elementos de informação apreendidos pela polícia são suficientes para caracterizar crimes de receptação, adulteração de sinal de identificador de veículos e associação criminosa. Dezenas de veículos podem ter sido adulterados na oficina em Ipira pela quadrilha. “Ainda estamos manuseando o material apreendido. Há livros, cadernos, dados de contabilidade e material bancário (cartões e talonários). Vamos também pedir a quebra de sigilo bancário dos envolvidos para ver a movimentação nas contas, e, se for o caso pedir o sequestro dos bens”.
O esquema
Conforme o delegado, tudo indica que os roubos eram praticados no Rio Grande do Sul, e os veículos clonados em Ipira, de onde passavam a circular. “Na volta os indivíduos praticavam assaltos a residências e levavam carros da região para o estado gaúcho. Um esquema bastante produtivo já que dificulta o trabalho policial, pois os veículos saiam do estado”. Foram identificamos veículos e motores de pelo menos três estados da federação, SP, PR e RS.
Acompanhe abaixo trecho da coletiva:
De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 21h30, quando o grupo utilizou combustível para atear fogo na vítima, que foi socorrida
O corpo foi encontrado na madrugada de sábado (17) em uma propriedade rural nas proximidades da localidade da Usina Velha, no interior de Campos Novos
De acordo com o Corpo de Bombeiros, após buscas pela vítima nas proximidades do automóvel, o corpo do homem foi encontrado boiando em um açude
A ação rápida de vizinhos, que utilizaram extintores ainda na fase inicial do fogo, evitou que as chamas se alastrassem para os demais cômodos do imóv
As ações envolveram a violação de uma medida protetiva de urgência no Bairro Frei Bruno e um episódio de desacato e resistência dentro da UPA 24h
Têm direito ao benefício os trabalhadores cadastrados no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, que exerceram atividade remunerada por no mínimo 30 dias