Caco Da Rosa - Servidores públicos de Joaçaba aprovam estado de greve
Menu

Jornalismo (49) 99111-4055

Anuncie no Portal (49) 99117-4389

Previsão do Tempo 04/09/2026 | 12:57

Joaçaba

Servidores públicos de Joaçaba aprovam estado de greve

Publicado em 04/02/2016 ás10:30

Aprovação foi por unanimidade

Foto: Aprovação foi por unanimidade

Os servidores públicos de Joaçaba aprovaram, por unanimidade, estado de greve durante assembleia geral convocada em caráter de urgência pelo SITESPM (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal) na noite desta quarta-feira (3). Cerca de 200 funcionários do Poder Público lotaram o auditório do sindicato do comércio para deliberar sobre o assunto.

“Acedemos a luz amarela, o que quer dizer que a qualquer momento pode haver uma paralização parcial ou geral”, explicou o presidente do sindicato, Jorge Luiz da Rosa (Jorginho). De acordo com ele, a decisão se deve a posição da Administração Municipal, que enviou o projeto à Câmara de Vereadores para conceder 9% de reajuste à classe, sem a concordância dos servidores, e sem uma justificativa plausível. “Nossa maior preocupação é com a sociedade. Não queremos que ela pague pelo erro da administração, mas também queremos que a população entenda que estamos brigando pelo direito do trabalhador”, acrescentou. Os servidores do Simae também estão incluídos no estado de greve, pois são regidos pela lei trabalhista de Joaçaba.

“Queremos que o prefeito nos receba, que sente com a comissão, pois até agora as negociações foram conduzidas pelo chefe de gabinete (Eli Martins) e pela secretária de finanças (Iria Rodriguez Torrico), e não evoluíram”, disse Jorginho, ao destacar que a proposta inicial dos servidores era a correção do INPC (índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 10,96%. “Havia o entendimento dos servidores de aceitar 10%, mas como houve essa imposição, agora eles querem o INPC”.

Além da rejeição da proposta da Prefeitura e o estado de greve, foram aprovados mais dois encaminhamentos: manifestação na Câmara de Vereadores nesta quinta-feira, para demonstrar a insatisfação com o executivo, e um ato de repúdio a ser realizado às 18h da próxima sexta-feira, em frente à Prefeitura.

O presidente do sindicato também rebateu a afirmação da secretária de finanças, de que a reposição salarial não será retroativa. “O próprio projeto enviado à Câmara diz: a Lei entrará em vigor na data de sua publicação, com seus efeitos válidos a parir de 1º janeiro. Ela não leu o projeto, ou está muito mal assessorada”, disse Jorginho informando que o jurídico está fazendo o encaminhamento para que a secretária se retrate sobre a afirmação de que o sindicato está atrapalhando os servidores.

Participe de nosso
Grupo no WhatsApp

Mais Acessadas

X