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Publicado em 18/03/2016 ás17:00
O presidente da ONG Brasil Safari Clube (Organização não governamental formada por caçadores conservacionistas), Cristian Gollo de Oliveira de Concórdia, acompanhou nesta quinta-feira (17) debate na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal sobre o controle de javalis.
Espécie exótica introduzida no país para criação comercial, o javali se dispersou de forma rápida e hoje ameaça a diversidade biológica, destrói plantações e oferece riscos à saúde humana, alertaram especialistas durante o encontro, que cobrou medidas articuladas entre sociedade e órgãos públicos federais, estaduais e municipais.
O representante da Brasil Safari Clube em Joaçaba, Jakó Jacomel, destaca que a ONG conta com o apoio da Policia Ambiental, Fatma e Ibama, e agora recebeu a anuência e reconhecimento do Senado Federal. “Temos o amparo da Lei para caça e combate ao javali. O que os caçadores estão reivindicando é um prazo maior para a renovação do Cadastro Técnico Federal (CTF), que hoje é de apenas 90 dias”, explicou Jakó.
Para Jakomel é preciso que a sociedade possa entender que o caçador está do lado da natureza, pois o javali causa danos a fauna e flora. “Além de estragarem as plantações, esses animais também podem transmitir doenças a suínos, colocando em risco a qualidade sanitária do rebanho de suínos do estado”.
Atualmente, o javali selvagem está disseminado em 15 estados brasileiros e seu controle é feito por armadilhas e pela caça autorizada por instrução normativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).
Caça
A caça ao javali já é permitida, mas para isso é preciso uma liberação do Ibama. O número que caçadores, que precisam ter uma arma própria legalizada, não é o suficiente para conter os prejuízos.
Abaixo manifestação do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB):
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