Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 04/09/2026 | 14:49
Publicado em 11/04/2016 ás14:30
A semana começou com uma péssima notícia para os produtores de suínos de Santa Catarina com a queda de R$ 0,10 no valor pago pelo quilo do animal vivo. A partir de hoje a Aurora remunera R$ 2,80 pelo quilo do suíno, enquanto a Pamplona, BRF e JBS passam a praticar o valor de R$ 2,70.
O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) Losivanio Luiz de Lorenzi, afirma que a baixa de preços é uma vergonha, visto os prejuízos já enfrentados pelos produtores catarinenses. “Com o custo de produção passando dos R$ 4,00, a gente não vê mais alternativa a não ser o massacre de um setor tão importante da economia”.
Além da queda do preço do quilo do suíno, o valor dos insumos continua em alta, sendo que a saca do milho é comercializada em Santa Catarina por R$ 52,00 a 56,00 e a tonelada da soja é vendida a R$ 1.450,00. “Esses fatores trazem desespero no campo. Têm produtores que não conseguem mais adquirir o trato para o animal e já não sabem mais o que fazer. Há regiões onde os produtores falam em colocar abortivos para que as fêmeas não produzam mais leitões. Há também muitos frigoríficos que não recebem mais os animais porque o mercado está muito complicado”, relata Losivanio.
Durante audiência em Brasília na semana passada, a Ministra da Agricultura, Kátia Abreu, confirmou uma cota extra de milho para Santa Catarina e também a liberação de financiamento para a retenção de matrizes. “Quem vai buscar financiamento para retenção de matrizes neste momento em que o plantel do produtor já está praticamente comprometido para as dívidas? Será que existe produtor que ainda vai acreditar nesta atividade?”, questiona Losivanio.
Na análise do presidente da ACCS a única alternativa para tentar reverter o atual cenário de “quebradeira” será o debate entre o governo e as agroindústrias para discutir alternativas em conjunto. Losivanio avalia que os produtores independentes do Estado encolheram nos últimos anos de crise, enquanto a indústria e o cooperativismo cresceram na produção de suínos, mas sem garantias.
Conforme Losivanio, a indústria se mantém na atividade porque consegue comprar milho importado mais barato do que o ofertado no mercado interno. Um dos fatores é que os pequenos produtores não conseguem comprar insumos fora do país com isenção de PIS/Cofins. “Pedimos a isenção do tributo justamente para dar um fôlego aos produtores independentes para que eles possam comprar a saca do milho por R$ 7,00 e R$ 10,00 mais barata”.
Crise política e econômica
Muito além da crise na suinocultura, o país vive um dos piores momentos de fragilidade política e econômica. Para Losivanio, se a atual conjuntura permanecer, restará aos criadores de suínos apenas reduzir drasticamente a produção. “A economia não vai se ajustar enquanto a área política permanecer como está. Peço a todos os produtores e agroindústrias para que sejamos novamente parceiros para encontrar uma solução em conjunto”.
Fonte: Tiago Rafael/ACCSO crime ocorreu por volta das 19h nas proximidades da entrada para o Loteamento Brisas do Vale, na subida para o Campus 2 da Unoesc, após um desentend
A análise preliminar apontou a ocorrência de legítima defesa, excludente de ilicitude prevista nos artigos 23 e 25 do Código Penal. A decisão consider
Diante do risco iminentemente representado pela liberdade do suspeito, a 3ª Promotoria de Justiça obteve junto ao Poder Judiciário a regressão cautela
O acidente ocorreu manhã desta segunda-feira (31) em um trecho próximo à ponte de acesso ao bairro Amarante, no momento em que chovia na região
Durante a intervenção para restabelecer a ordem, o homem resistiu ativamente às determinações da guarnição, sendo necessário o emprego proporcional da
Santo Piana estava internado na UTI desde o dia 12 de agosto após ter a casa invadida e ser agredido por criminosos na comunidade de São Francisco, no