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Publicado em 20/04/2016 ás19:00
A juíza da Comarca de Catanduvas, Dominique Gurtinski Borba Fernandes, julgou procedente a denúncia oferecida pelo Ministério Público, e condenou Ivair Squersato ao cumprimento de seis anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, e ao pagamento de seiscentos e sessenta e seis dias-multa por tráfico de drogas (infração art. 33, caput, da Lei n. 11.343/2006).
Ivair, conhecido pela alcunha de Véio e Colono, e também chamado de “Vovô do Pó”, teve o mandando de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário no dia 20 de agosto de 2015. A prisão foi realizada pelo GAECO, com o apoio do PPT de Herval d´Oeste e Polícia Militar e Canil de Concórdia, na propriedade do acusado (Linha Lageado Colônia) no interior de Jaborá. Na residência, os policiais localizaram um frasco com duas buchas de cocaína (21 gramas), uma balança de precisão, embalagens para acondicionar a droga, e mais R$ 2.154,00 em espécie.
Embora não constatada a comercialização da substância entorpecente no momento da prisão, as provas constantes dos autos apontam que Ivair Squersato praticava a narcotraficância na região há vários anos.
“Incabível a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito, ou ainda a suspensão condicional da pena”, proferiu a magistrada. “Eventual soltura certamente ofenderá a paz social e a ordem pública, diante da possibilidade de reiteração criminosa”, ressaltou, ao negar ao réu o direito de recorrer em liberdade.
A detração da pena, em relação aos 225 dias em que o réu esteve preso, deverá ser realizada pelo Juízo da Execução Penal.
O nome de Ivair surgiu durante a operação Rota Contestado 2, que prendeu 19 pessoas em Concórdia no mesmo mês de sua prisão.
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