Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 13/09/2026 | 15:24
Publicado em 19/10/2017 ás14:00
A captação de recursos via Lei Rouanet é uma das alternativas encontradas pelas escolas de samba de Florianópolis para enfrentar a drástica redução no repasse de recursos públicos para a realização dos desfiles de carnaval na Capital. A necessidade de buscar dinheiro na iniciativa privada, aliada à possibilidade de conquistar mais recursos junto aos municípios e ao governo estadual, foi discutida em audiência pública realizada pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, na noite de terça-feira (17), no Palácio Barriga Verde. No encontro, a entidade que representa as escolas de samba na Capital catarinense defendeu os investimentos públicos nos desfiles.
Conforme o deputado Nilso Berlanda (PR), que solicitou a audiência, o objetivo é encontrar alternativas para enfrentar os problemas de financiamento do carnaval, que se agravaram desde que o Estado e várias prefeituras passaram a reduzir ou até zerar os recursos destinados para os desfiles das escolas de samba, em virtude da crise econômica. Berlanda explicou que a realização do debate foi um pedido da Liga das Escolas de Samba de Florianópolis (Liesf), preocupada com a redução dos recursos públicos.
“É importante que o carnaval ocorra, mesmo com a redução do dinheiro público. Esse evento atrai pessoas para Florianópolis e para outros municípios do estado, como Joaçaba. Nosso objetivo é verificar como fazer um carnaval com poucos recursos”, disse o deputado.
O presidente da Liesf, Fábio Botelho, defendeu os investimentos públicos no carnaval. Para ele, aplicar recursos na cultura popular é um dever do Estado. Além disso, o trabalho desenvolvido pelas escolas de samba traz uma série de benefícios para comunidades carentes. “O carnaval não é apenas na hora do desfile. É um trabalho que dura o ano todo, gerando emprego, renda, tirando crianças da rua. É uma cadeia produtiva importante”, afirmou.
O dirigente destacou que a liga tem buscado recursos junto à iniciativa privada, por meio da Lei Rouanet ou por patrocínios diretos. Mas defende que o investimento público no carvanal seja encarado como aplicação de recursos em cultura popular. “Não podemos ser culpados pela falta de recursos para a educação, para a saúde. Esses recursos têm sua garantia na Constituição, mas a cultura também tem sua obrigatoriedade constitucional”, disse.
Francisco dos Anjos, secretário-adjunto de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, também defendeu os investimentos públicos no carnaval catarinense. Para ele, a festa não deve ser encarada apenas como importante para o turismo, mas, também, para a cultura. Ele reconheceu, porém, que o modelo de financiamento 100% público está superado.
“O carnaval é um aspecto cultural muito forte em várias cidades e é importante que o Estado esteja presente não só financeiramente, mas com outros mecanismos para fomentar essa atividade”, declarou. “Ocorre que o modelo 100% público se esgotou. Por isso, a relação com a iniciativa privada é fundamental.”
O carnavalesco Paulo Trindade afirmou que a Liesf tem desenvolvido um bom trabalho no levantamento de recursos pela Lei Rouanet e defendeu que as escolas de samba se envolvam mais na busca outros meios de financiamento para não depender apenas do poder público. “Viemos também buscar o apoio da Assembleia Legislativa, do poder público como um todo, nessa causa”, disse.
Fonte: Agência ALO acidente ocorreu por volta das 9h10 desta sexta-feira (11) no km 47 da rodovia, na localidade de Rio das Pedras, sob forte chuva na região de Videir
Familiares buscam por Dirceu Marin, de 60 anos, mais conhecido como
Os policiais militares apuraram que a vítima, de 18 anos, foi deixada na unidade por ocupantes de um Renault/Clio escuro, que fugiram em seguida
O crime ocorreu na manhã do último domingo (6), quando um jovem foi esfaqueado no interior de Herval d'Oeste e deixado no Hospital Universitário Santa
A Polícia Militar foi acionada por volta das 14h30 para atender a ocorrência no local, onde o suspeito proferia ofensas contra os servidores. Durante
Até as 15h30, a Defesa Civil já havia atendido mais de 25 ocorrências, incluindo alagamentos, pequenos deslizamentos em áreas urbanas e do interior, e