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CULTURA28/11/2018 às 21:00

Vencedores do Prêmio Sesc de Literatura estarão em Joaçaba

Vencedores do Prêmio Sesc de Literatura estarão em Joaçaba
Foto:João Meirelles Filho e José Almeida Junior

João Meirelles Filho e José Almeida Junior, escritores premiados pelo ‘Prêmio Sesc de Literatura 2017’ nas categorias Conto e Romance, respectivamente, vêm a Santa Catarina para um bate-papo com o público, com entrada gratuita. Os autores publicaram suas obras “O abridor de letras”, na Categoria Conto e “Última hora”, na Categoria Romance publicados pela Editora Record, e desde então estão rodando o país em 2018 e passando em várias programações literárias dentre elas a Feira Literária Internacional de Paraty.

A programação acontece em Rio Negrinho (03/12), Canoinhas (04/12), Caçador (05/12), Joaçaba (06/12) e Xanxerê (07/12). A agenda detalhada pode ser consultada em: https://www.sesc-sc.com.br/site/agenda/encontro-com-os-autores-vencedores-do-premio-sesc-de-literatura.

João Meirelles Filho é escritor, ativista ambiental e empreendedor social. Trabalha há vinte anos no Instituto Peabiru, organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) que atua no campo dos direitos sociais e ambientais. Nascido em São Paulo, dedica sua vida à Amazônia e, em especial a Belém, no Pará, onde reside desde 2004.

José Almeida Júnior, por sua vez, é natural de Mossoró - RN, formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, com pós-graduação em Direito Processual pela Universidade do Amazonas - UNAMA. Reside há dez anos em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal.

+Inf. Prêmio Sesc de Literatura:
O prêmio foi lançado em 2003, e tem por objetivo lançar obras de escritores inéditos, com qualidade literária para edição e circulação nacional. Os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do Sesc em todo o país.

Sobre a obra “O abridor de letras” – Com oito contos, a obra representa a sua primeira incursão no campo da ficção depois de trinta e cinco anos como escritor. Em comum, trata da relação do homem e o desconhecido na Amazônia – seja diante do impacto de mudanças climáticas, seja das encantarias. O autor se interessa pelos que vivem na fronteira, onde as questões estão por resolver e a natureza predomina.

Sobre a obra “Última hora” – O romance trata de uma narrativa histórica passada no jornal fundado por Samuel Wainer sob ponto de vista de um personagem fictício chamado Marcos. Por ter sido vítima de tortura no Estado Novo, Marcos reluta em trabalhar para o periódico, mas acaba aceitando a oferta de Wainer em razão de problemas financeiros. Vivendo o dilema de escrever para um jornal que apoia o governo de Vargas, Marcos acompanha a Última Hora desde a fundação até as crises que quase levam ao seu fechamento.

Fonte: Assessoria de Comunicação Sesc

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