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Previsão do Tempo 06/09/2026 | 01:57
Publicado em 22/10/2019 ás09:00
Pouco mais de 6 anos e cinco meses depois de matar a esposa, o policial civil Israel Fernandes Toigo será submetido a júri popular. A decisão do juiz Daniel Radünz ocorreu nesta segunda-feira (21).
O julgamento será no dia 29 de novembro, às 8h30min, na Câmara de Vereadores de Capinzal. Os advogados, Marcelo Henrique Barison, Sandro de Oliveira Fogaça e Éber Marcelo Bündchen ingressaram com recurso especial junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que manteve sentença de pronúncia.
Crime
Conforme denúncia do Ministério Público, o casal teria discutido após a mulher reclamar da suposta infidelidade do marido. Toigo estrangulou a companheira e depois acionou a Polícia Militar.
No começo, o acusado disse que havia encontrado a esposa morta, mas as investigações indicavam que ele teria cometido o crime, foi então que policial confessou em depoimento.
Inicialmente ele foi denunciado por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e asfixia), mas após recurso acatado no TJ, o réu será julgado por homicídio qualificado (apenas asfixia, já que o motivo fútil foi afastado).
Rosilene Cassuba havia completado no mesmo dia do crime 31 anos. Ela tinha dois filhos, um menino de 5 anos e uma garota de 13 anos.
Fonte: Rádio CapinzalO crime ocorreu por volta das 19h nas proximidades da entrada para o Loteamento Brisas do Vale, na subida para o Campus 2 da Unoesc, após um desentend
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