Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 21/07/2026 | 23:01
Publicado em 20/03/2020 ás08:45
A Havan de Joaçaba tem se recusado a cumprir o Decreto do Governo do Estado, que estabelece o fechamento dos estabelecimentos durante sete dias para conter a propagação do coronavírus (Covid-19).
Na quarta-feira (18), dia em que a medida entrou em vigor, a Polícia Militar teve que se deslocar duas vezes até o local, pois após a orientação da guarnição, a loja foi reaberta, tendo sido notificada. Na quinta-feira (19), a PM também teve que intervir, pois havia funcionários trabalhando internamente.
“Fomos surpreendidos com uma divulgação a nível de estado conclamando a população para ir até a loja que haverá atendimento para pagamento de boletos nesta sexta-feira (20). Quero dizer que no que depender da Polícia Militar isso não vai acontecer em Joaçaba. Se tentarem faremos a interdição. Nenhum estabelecimento vai ter sua atividade continuada enquanto durar o Decreto”, informou o tenente-coronel Valdeci Oliveira da Silva, comandante do 26º Batalhão de Polícia Militar. “Não faz sentido todo esse sacrifício social e alguém querer ter um privilégio ou tratamento diferenciado”, lamentou o oficial.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 13h para atender a uma ocorrência de lesão corporal envolvendo um homem, de 41 anos, e uma mulher, de 24
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, apesar da queda acentuada, a vítima apresentava apenas escoriações nos braços e relatou dores nos mem
A PM foi acionada por volta da 1h e as equipes encontraram uma intensa aglomeração, precisando utilizar o uso progressivo da força, empregando agentes
O crime ocorreu na madrugada do último dia 7 de julho, quando uma dupla rompeu a porta de vidro do estabelecimento e subtraiu diversas mercadorias.
De acordo com a PM, o condutor apresentava sinais claros de embriaguez, como forte odor etílico, fala arrastada, comportamento exaltado e dificuldade
O acidente ocorreu no início da tarde do último sábado (18), quando Rafael Henrique Branco, 26 anos, trabalhava em uma vala de aproximadamente dois me