Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 22/07/2026 | 05:36
Publicado em 15/07/2020 ás19:45
O ciclone bomba que atingiu praticamente todas as cidades de Santa Catarina, em 30 de junho, além dos estragos deixou mais de 1,5 milhão de imóveis sem luz. Consumidores, principalmente da área rural, foram obrigados a contratar geradores para suprir a falta de luz, já que a energia demorou dias para ser restabelecida, já outros tiveram que desprezar a produz.
Dessa forma, o deputado Neodi Saretta encaminhou um pedido ao presidente da Celesc para que seja criado um programa para ressarcir os consumidores que tenham sido prejudicados pela falta de energia, em eventuais prejuízos causados em suas propriedades em razão do ciclone. Saretta explica que é dever da Celesc auxiliar os consumidores nos casos em que a energia elétrica, serviço essencial da empresa, tenha sua distribuição afetada.
“A agricultura foi uma das áreas mais prejudicada pelo ciclone. Muitos alugaram geradores, pois as propriedades são automatizadas, precisando de energia elétrica para alimentar aves, suínos e realizar a ordenha das vacas. ”, disse Saretta
Fonte: Susana Rigo/Assessoria de Imprensa do deputado Neodi SarettaA Polícia Militar foi acionada por volta das 13h para atender a uma ocorrência de lesão corporal envolvendo um homem, de 41 anos, e uma mulher, de 24
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, apesar da queda acentuada, a vítima apresentava apenas escoriações nos braços e relatou dores nos mem
A PM foi acionada por volta da 1h e as equipes encontraram uma intensa aglomeração, precisando utilizar o uso progressivo da força, empregando agentes
O crime ocorreu na madrugada do último dia 7 de julho, quando uma dupla rompeu a porta de vidro do estabelecimento e subtraiu diversas mercadorias.
De acordo com a PM, o condutor apresentava sinais claros de embriaguez, como forte odor etílico, fala arrastada, comportamento exaltado e dificuldade
O acidente ocorreu no início da tarde do último sábado (18), quando Rafael Henrique Branco, 26 anos, trabalhava em uma vala de aproximadamente dois me