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Publicado em 10/11/2021 ás08:00
Um empresário que vislumbrou inovações, novas alternativas e competitividade para o setor ervateiro. É desta forma que o presidente da Federação das Indústrias (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, define Anselmo Zanellato, que faleceu aos 87 anos nesta terça-feira (9), em Joaçaba. Zanellato presidiu por mais de duas décadas o Sindicato da Indústria do Mate de Catanduvas e Região e integrou a diretoria da FIESC entre 1992 e 2014, sendo, a partir de 2005, vice-presidente para a região Centro-Oeste.
Catarinense de Herval d'Oeste, Zanellato mudou-se para Curitiba, onde trabalhou em banco e aprendeu o ofício de padeiro. Em meados dos anos de 1960, retornou à sua terra natal e, em Joaçaba, abriu seu primeiro empreendimento (uma padaria). Mais tarde, como tinha conhecimento sobre plantio e cultivo de erva-mate, adquiriu de seu sogro, Ângelo Grotto, a propriedade e uma ervateira em Catanduvas, fundando a Ervateira Regina, nome que homenageou sua esposa. Zanellato vendeu a ervateira nos anos de 1990, passando a se dedicar ao ramo imobiliário, lançando um loteamento em Catanduvas.
À frente do Sindicato da Indústria do Mate de Catanduvas e Região desde a fundação, em 1987 até 2011, Zanellato liderou as tratativas para o desenvolvimento de pesquisas de novos produtos para o setor, com a Universidade de Santa Catarina (UFSC). Também teve forte atuação nas questões trabalhistas, buscando melhorias das condições de trabalho e acordos com o Ministério Público e Justiça do Trabalho.
“Com sua visão de futuro, a gestão de Zanellato foi muito representativa, proporcionando sensíveis avanços para o setor ervateiro catarinense”, destacou o presidente da FIESC.
Na área comunitária, Zanellato presidiu a APAE de Joaçaba – em sua gestão a entidade construiu a sede própria no bairro Nossa Senhora de Lourdes. Também foi rotariano e ministro de Eucaristia da Igreja Católica (Matriz Santa Terezinha), em Joaçaba.
Anselmo Zanellato deixa a viúva Regina, quatro filhas, quatro genros, oito netos e três bisnetos.
Fonte: Ascom/FiescApós a remoção da água, o corpo ficou sob a responsabilidade da Polícia Militar, que isolou a área até a chegada da Polícia Científica. O cadáver será
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