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Joaçaba pode ter um desembargador no Tribunal de Justiça de SC

Publicado em 17/12/2021 ás09:50

Advogado Ildo Portz concorre nesta sexta-feira com mais seis nomes de todo o estado

Foto: Advogado Ildo Portz concorre nesta sexta-feira com mais seis nomes de todo o estado

Joaçaba e o interior poderão ter uma representação concreta no Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O advogado Ildo Portz está concorrendo ao cargo de desembargador do TJSC pelo Quinto Constitucional da Advocacia. Ildo representa o Oeste e Meio Oeste catarinense nesta sexta-feira (17) na eleição para 93ª vaga de desembargador do Tribunal.

Essa será a segunda vez que a advocacia escolherá diretamente quais candidatos devem compor a Lista Sêxtupla. Todos os advogados e advogadas catarinenses escolherão, através de votação direta, a lista sêxtupla do Quinto Constitucional, conforme estabelece a resolução número 40/2020. Esta inovação, contará inclusive com votação digital pela internet.

“Ao colocar o meu nome na escolha de um advogado para compor o Tribunal de Justiça de Santa Catarina na condição de Desembargador escolhido pela regra do 5º Constitucional, penso na forma de um advogado com experiência diversa dos magistrados e com formação profissional que permite uma revisão das posições tomadas por esses órgãos, decisões muitas vezes ortodoxas e distantes da realidade”, explica Ildo.

Em mais 33 anos de atuação ininterrupta como advogado, Portz atuou em todas as áreas e instâncias do direito e da justiça, sempre com extrema dedicação e aplicando os conhecimentos nos mais diversos cursos que realizou. Professor universitário e de grande participação na comunidade.

Ildo se propõe a ser a voz do interior no TJSC e agir com empatia aos advogados que atuam diretamente nos balcões dos fóruns de todo o Estado. “Asseguro à vocês que a minha candidatura é pautada pelo desejo de representar a nossa classe no tribunal de forma a demonstrar a capacidade do advogado catarinense, quer intelectual, quer moral,  sempre com a certeza de que nunca irei renegar minhas origens na advocacia, respeitando a todos os advogados e procurando sempre valorizar este árduo e nem sempre bem remunerado trabalho, buscando a dignidade profissional que será alcançada com o respeito àquilo preconizado na Carta Magna, de que o "advogado é essencial para a administração da justiça!”, finaliza.

Fonte: Paulo Afonso Silva/Assessoria de Comunicação

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