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Previsão do Tempo 26/07/2026 | 03:47
Publicado em 11/03/2022 ás19:30
Em uma coletiva de imprensa na Delegacia Regional de Polícia de Xanxerê, a Polícia Civil divulgou tarde desta sexta-feira (11) informações dos trabalhos realizados para apurar a morte do menino Lyan de Oliveira, de apenas dois anos, ocorrida na noite do último sábado (5) em Ponte Serrada.
A criança deu entrada no Hospital Santa Luzia com inúmeras fraturas, e foi a óbito após várias tentativas da equipe médica de tentar reanima-la.
De acordo com as autoridades, inicialmente as informações eram de que o menino havia sofrido uma queda da cama onde dormia. Os policiais civis deram início às diligências investigativas e identificaram as pessoas que auxiliaram no socorro da vítima e os responsáveis.
“Através dos laudos periciais e dos depoimentos coletados ao longo das investigações, identificou-se que a versão apresentada pelo tio e tia da vítima, responsáveis pela criança, não era condizente com os elementos probatórios obtidos através da coleta de evidências, depoimentos e dos laudos periciais da Polícia Científica”, destacou o delegado de polícia Marcelo Tescke, ao afirmar que as lesões da criança não eram compatíveis com uma simples queda.
Diante das divergências nas informações, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva da tia, que foi presa na noite da quinta-feira (10) na cidade de Videira. A participação do tio foi descartada, pois ficou comprovado através do cartão ponto que ele estava no trabalho no momento do crime.
A necropsia apontou politraumatismo como causa da morte, pois a criança sofreu inúmeras lesões, inclusive internas.
As investigações sobre o caso prosseguem na Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Xanxerê.
A mãe da criança trabalha em Brusque e deixou os cinco filhos aos cuidados do casal, que possui mais duas crianças.
Participaram da entrevista o diretor de Polícia da Fronteira, delegado Fernando Callfass, o delegado regional de polícia de Xanxerê, Vinícius Buratto Iunes, o delegado titular da Comarca de Ponte Serrada, Evandro L. Abreu e o delegado de polícia da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Xanxerê, Marcelo Tescke.
Após a remoção da água, o corpo ficou sob a responsabilidade da Polícia Militar, que isolou a área até a chegada da Polícia Científica. O cadáver será
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