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Previsão do Tempo 24/07/2026 | 12:06
Publicado em 11/05/2022 ás18:00
A Professora Andrea Lange, que leciona na Escola de Educação Básica Municipal Nossa Senhora de Lourdes, de Joaçaba, está entre os vencedores da segunda edição do Prêmio Professor Transformador, promovido em conjunto pelo Instituto Significare e Bett Educar com o objetivo de reconhecer e valorizar projetos de Educação Transformadora. A professora foi contemplada na categoria Educação Infantil. Os resultados foram divulgados na tarde da quarta-feira (11), durante a Bett Brasil 2022, maior evento de Educação e Tecnologia da América Latina e que está sendo realizado no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).
Andrea foi premiada pelo projeto “Eu e você: no nosso mundo, as nossas diferenças nos tornam iguais”. Ela explicou que seu nome foi como representante do projeto, que é uma parceria com a professora Talita Milani Cordeiro. A iniciativa tem como finalidade desenvolver e valorizar o reconhecimento da segunda língua oficial do Brasil, a Linguagem Brasileira de Sinais - Libras. A professora, tendo um aluno surdo em sala de aula, trouxe inclusão e inovação com o projeto, através de imagens com a língua de sinais por todo o ambiente escolar. Os alunos demonstraram interesse e empatia ao se relacionar com o aluno surdo, e ele pôde se integrar de forma receptiva com a comunidade escolar.
Em segundo e terceiro lugares na categoria Educação Infantil ficaram, respectivamente: a Profa. Valéria Mariano de Lima, de Cubatão (SP), com o projeto “A Liga da Reciclagem”; e a Profa. Alessandra de Melo, de Luziânia (GO), com o projeto “O Carteiro Chegou”.
Ao todo, mais de 800 projetos foram inscritos na segunda edição do Prêmio Professor Transformador, que se destaca por reconhecer iniciativas alinhadas às diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e que estejam contribuindo para promover uma Educação Transformadora nos quatro níveis do Ciclo Básico (Infantil, Fundamental I e II e Médio).
Os professores vencedores em cada categoria receberão prêmio de R$ 7 mil, troféu, certificado, divulgação do projeto em matéria especial para veiculação na mídia e o certificado “Escola que acredita na transformação pela Educação”. Já os segundos e terceiros colocados em cada categoria receberão R$ 2,5 mil, troféu, certificado e a oportunidade de apresentar seus projetos na Bett Brasil.
Resultados nas demais categorias
Na categoria Ensino Fundamental I, a vencedora foi a Profa. Karina Letícia, de Timóteo (MG), com o projeto “Câmara Mirim 2019”. A prática pedagógica da educadora levou os alunos a discutirem os diferentes pontos de vista sobre assuntos como preconceitos, discriminação e intolerância, buscando entendimento e diálogo aberto. Em segundo lugar, ficou o projeto “Cadê o mosquito que estava aqui? O sapo comeu”, desenvolvido pela Profa. Eliane Babi Lohse, de Castro (PR). E na terceira colocação, o projeto “Escola Humanizada: Acolher, Escutar e Pertencer”, do Prof. Carlos Henrique Patrício, de Magé (RJ).
Já na categoria Ensino Fundamental II, a vencedora foi a Profa. Celiana Mota, de Brasília (DF), com o projeto “Desiderata”, criado com o intuito de promover o protagonismo estudantil buscando despertar a criticidade, a capacidade de argumentação e a participação de toda a comunidade escolar. A metodologia incluiu a promoção de rodas de conversa com especialistas, uso de vídeos temáticos, incentivo à leitura, produção de textos e a elaboração de um Diário de Bordo. Terminaram em segundo e terceiro lugares na categoria, respectivamente: o Prof. Luciano Sanches, de Palmas (TO), com o projeto “Shogi na Escola”; e o Prof. Wagner Severgnini, de Caçador (SC), com o projeto “Aquecendo Corações”.
O Prof. Renato Nunes Ramalho, de Cajazeiras (PB), venceu a categoria Ensino Médio com o projeto “Reaproveitamento das águas pluviais e cinzas nas escolas do semiárido paraibano”. O projeto foi desenvolvido com o intuito de transformar o espaço escolar em um local de inovação de pequenas ideias e de pluralismo cultural, enfatizando que a sustentabilidade não é feita somente de forma individual ou de pequenos grupos segregados. Em segundo lugar, ficou o Prof. Adilson Pontes da Silva, de Camutanga (PE), com o projeto “As verduras e legumes aproveitáveis e o extrato que dá gosto”; e na terceira colocação, o Prof. Marcelo Luiz de Souza, do Rio de Janeiro (RJ), com o projeto “Práticas corporais dos povos indígenas: corpo - cultura - inclusão - cidadania”.
Fonte: R&F Comunicação Corporativa
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