Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 07/08/2026 | 05:33
Publicado em 18/11/2022 ás19:30
Três agentes prisionais que cometeram uma série de crimes no Presídio Regional de Caçador foram condenados a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). As penas variam de 8 a 34 anos de reclusão por associação criminosa, corrupção passiva, concussão, tortura e prevaricação.
Os fatos aconteceram entre dezembro de 2012 e janeiro de 2016, conforme a denúncia feita pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caçador: "Os denunciados, valendo-se do cargo que ocupavam no Presídio Regional de Caçador, exigiam vantagens de cunho sexual de detentas, em troca de privilégios na unidade prisional".
Ainda segundo a denúncia, "ao que tudo indica, eles utilizavam-se da instabilidade do cargo ocupado pelas vigilantes, constrangendo-as a manter relações sexuais, ou ainda sugerindo a possibilidade de relacionamentos, deixando-as, por certo, extremamente constrangidas em seu local de trabalho".
Os autos do processo relatam 44 episódios em que o gerente do presídio e dois chefes de segurança utilizaram-se das funções públicas de forma inapropriada para obter benefícios de cunho sexual ou praticar atos de violência física e mental, como torturas e humilhações. Eles foram afastados dos cargos no decorrer do processo.
Crimes e condenações
O gerente do presídio na época foi condenado a 34 anos, 11 meses e 26 dias de reclusão por associação criminosa, corrupção passiva, concussão, prevaricação e tortura. Ele cometeu pelo menos 27 crimes. A lista inclui solicitações de cunho sexual com reclusas em troca de privilégios, como regalias no trabalho, entrada de cosméticos e alojamento especial.
As mulheres eram ameaçadas quando se recusavam a satisfazer a lascívia do gerente. As ameaças incluíam a privação das visitas de familiares, a transferência para outras unidades prisionais, além de castigos físicos e mentais.
Um dos chefes de segurança foi condenado a oito anos, seis meses e 20 dias de reclusão por associação criminosa, corrução passiva, prevaricação e tortura. Ele solicitou a uma detenta que praticasse sexo oral e cometeu outros atos ilícitos relacionados a agressão.
O outro chefe de segurança foi condenado a 13 anos de reclusão por associação criminosa, corrupção passiva e tortura. Ele cometeu no mínimo sete crimes, incluindo ameaças e torturas a presas e solicitações sexuais a uma vigilante, sob ameaça de demiti-la diante de uma resposta negativa (o que de fato acabou acontecendo).
Cabem recursos das condenações.
A Polícia Militar foi acionada e ouviu o relato da vítima, que informou que a agressão ocorreu na saída de uma matiné em um clube localizado na área c
Segundo as investigações, na última segunda-feira (27), ao sair da faculdade, ela foi convencida pelo homem a entrar em seu veículo sob o pretexto de
O caso, que envolve uma trama típica de roteiro de cinema, foi desmantelado nesta sexta-feira (31) pela Polícia Civil, após rigorosa investigação cond
Ordens judiciais cumpridas em Herval d’Oeste, Catanduvas, Chapecó, Xaxim, Piratuba, Joinville, Xanxerê, Caxambu do Sul e Nova Erechim. Os investigados
O acidente mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar e do SAMU por volta das 22h, na altura do km 321, próximo à Fazenda Santa Mônica, em Campos
No local, os policiais constataram que o suspeito desferiu socos e chutes contra a mãe, de 58 anos, além de aplicá-la um golpe de estrangulamento e jo