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JOAÇABA11/12/2013 às 08:00

Violência por aqui: torcedores agridem trio de arbitragem

Violência por aqui: torcedores agridem trio de arbitragem
Foto:Eliete Squerzzato

No final de semana o Brasil e o Mundo, presenciaram cenas abomináveis na partida válida pelo Campeonato Brasileiro entre Atlético Paranaense x Vasco, jogo realizado em Joinville. Violência gratuita e sem medida de torcedores insanos que protagonizaram uma página triste na história do Futebol Nacional. 

Contudo, esta violência está mais perto do que as pessoas imaginam. Sábado passado quem foi a Sede Belém em Herval d´Oeste assistir ao jogo, válido pela Seletiva Amadora, entre as equipes do São Jorge x JAC, pode presenciar ao vivo atos de covardia contra o trio de arbitragem.

Após o término da partida alguns torcedores que durante o jogo estavam bebendo, simplesmente invadiram o gramado adentrando pelo portão que dá acesso ao campo e agrediram os oficiais de arbitragem covardemente com tapas, socos e pontapés. Estas mesmas agressões continuaram quando o trio se deslocou para os veículos. Por sorte tais agressões não tiveram consequências mais sérias. 

Angelo Rudimar Bechi, assistente de árbitro da Federação Catarinense de Futebol e também da CBF declara: "Aos colegas árbitros que por necessidade se sujeitam a receber uns trocados para arbitrar nos finais de semana deixando em casa sua família e colocando em risco sua integridade física trabalhando sem nenhuma segurança, cabe uma pergunta: Será que realmente vale a pena o risco que corremos? Está mais do que na hora de exigirmos o mínimo de segurança para que possamos realizar nosso trabalho satisfatoriamente", disse.

As entidades promotoras tem sim responsabilidades sobre garantias de segurança nas praças esportivas e se não se preocupam com isso deveriam se preocupar. Será necessário vidas serem perdidas para que atitudes sejam tomadas?... Existe uma necessidade urgente de medidas para coibir a violência. "Um árbitro que trabalha sem segurança jamais conseguirá realizar seu trabalho com total isenção, ele é humano e não tenham dúvidas que se necessário passará por cima de seus princípios para preservar a sua vida", afirmou Angelo.

O torcedor na sua grande maioria esquece a razão e em se tratando de futebol é pura emoção e não mede a consequência dos seus atos. Cabe as entidades promotoras e dirigentes mudarem este cenário e colocar para seus comandados que acima da disputa deve haver respeito a vida e amor ao próximo.

Fonte: ativasport.com

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