Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 09/09/2026 | 14:52
Publicado em 14/12/2023 ás19:00
Uma turista argentina foi indiciada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (14) pela prática reiterada do crime de racismo, em Bombinhas.
Tudo começou no final do mês de novembro, quando turistas argentinos e funcionários do pedágio da taxa de preservação ambiental (TPA) entraram em atrito.
De acordo com as investigações, uma família de argentinos se recusava a parar seus veículos no pedágio na entrada da cidade, alegando serem isentos do pagamento, já que possuem imóvel no município.
Ocorre que, segundo constatado pela Polícia Civil, todo veículo com placa estrangeira, ainda que isento, deve parar e apresentar o documento com QR Code de isenção para ser liberado, o que eles se recusavam a fazer. Dessa forma, apenas placas brasileiras isentas podem passar direto pelo pedágio.
A Polícia Civil teve acesso a cinco vídeos feito por funcionários do pedágio e, em três deles, aparece a mulher fazendo ofensas aos funcionários com relação à raça e a etnia deles, os chamando de “macacos”. Os crimes ocorreram em ao menos três oportunidades diferentes e foram praticados pela mesma mulher.
O delegado responsável pela investigação entendeu que as ofensas raciais não eram direcionadas a pessoas específicas, mas a qualquer brasileiro que estivesse presente, tendo como motivação única e exclusivamente a procedência nacional daquelas pessoas (Brasil), o que se enquadra ao previsto no art. 20, “caput” da lei 7.716/89.
A turista foi indiciada pelo crime de racismo praticado por três vezes, de forma continuada. O procedimento foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.
O crime ocorreu por volta das 19h nas proximidades da entrada para o Loteamento Brisas do Vale, na subida para o Campus 2 da Unoesc, após um desentend
Acidente oi registrado no início da noite de 22 de agosto na Rua Sete de Setembro, quando a vítima perdeu o controle da direção da moto ao passar por
A análise preliminar apontou a ocorrência de legítima defesa, excludente de ilicitude prevista nos artigos 23 e 25 do Código Penal. A decisão consider
Jean Felipe Parisotto, de 33 anos, morador de Joaçaba, morreu afogado após a embarcação em que estava virar durante pescaria nas águas do rio Uruguai
Diante do risco iminentemente representado pela liberdade do suspeito, a 3ª Promotoria de Justiça obteve junto ao Poder Judiciário a regressão cautela
Os policiais militares apuraram que a vítima, de 18 anos, foi deixada na unidade por ocupantes de um Renault/Clio escuro, que fugiram em seguida