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Previsão do Tempo 30/07/2026 | 10:04
Publicado em 30/04/2024 ás18:30
A juíza de Direito da Vara Criminal da Comarca de Joaçaba, Monica Fracari, determinou nesta terça-feira (30) medidas cautelares contra o jovem que invadiu uma sala de aula no dia 23 de abril e ameaçou um professor universitário, em Joaçaba.
Após o episódio, o escritório Bündchen Advogados Associados representou pelas medidas junto a autoridade policial, que encaminhou ao Ministério Público. A instituição fez o requerimento ao Poder Judiciário, que deferiu as medidas.
O autor das ameaças fica proibido de acessar, frequentar ou se aproximar a menos de 100 metros da residência e local de trabalho da vítima, a fim de evitar o risco de novas infrações; proibido de manter contato com a vítima, por qualquer meio, físico ou eletrônico, bem como por meio de pessoas interpostas, tudo sob pena de decretação da prisão preventiva.
O fato teve grande repercussão, causando indignação da sociedade. Um vídeo, que circulou nas redes sociais, mostra o rapaz exaltado, ameaçando o professor por ter chamado a atenção de sua namorada na sala de aula. A jovem foi advertida pelo professor por estar usando o telefone celular enquanto ele explicava o conteúdo.
Após a remoção da água, o corpo ficou sob a responsabilidade da Polícia Militar, que isolou a área até a chegada da Polícia Científica. O cadáver será
Na decisão, o juiz Flávio Luís Dell Antonio destacou que a importância histórica do local justifica a proteção cautelar. O magistrado estabeleceu mult
O Corpo de Bombeiros foi mobilizado por volta das 14h35 para atender à ocorrência. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram a vítima inconsciente
Durante a revista, os policiais localizaram aproximadamente 50,5 gramas de cocaína e 150,9 gramas de crack. Além dos entorpecentes, foram apreendidos
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a vítima, de 46 anos, foi encontrada fora do veículo com ferimentos corto-contusos na face. Após ser
O investigado estava em prisão preventiva desde o dia 13 de maio, após decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), que havia acatado recu