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Previsão do Tempo 30/07/2026 | 11:45
Publicado em 22/08/2024 ás16:30
O proprietário de um estabelecimento comercial foi preso na tarde desta quinta-feira (22) em Joaçaba por crime contra a saúde pública. A operação foi realizada pela DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) da Polícia Civil de Joaçaba, com apoio das Delegacias de Água Doce e Luzerna.
As investigações começaram após a polícia receber informações de que uma adolescente havia adquirido um cigarro eletrônico no estabelecimento, em violação ao Estatuto da Criança e do Adolescente. Com o objetivo de apreender os cigarros eletrônicos, cuja comercialização é proibida no país, a autoridade policial solicitou e obteve um mandado de busca e apreensão, que foi autorizado pelo Poder Judiciário com o aval do Ministério Público.

Durante a ação, dezenas de cigarros eletrônicos foram apreendidos, levando à prisão em flagrante do proprietário, um homem de 28 anos.

De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA (RDC Nº 855, de 23 de abril de 2024), é proibida no Brasil a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar.
Após a remoção da água, o corpo ficou sob a responsabilidade da Polícia Militar, que isolou a área até a chegada da Polícia Científica. O cadáver será
O Corpo de Bombeiros foi mobilizado por volta das 14h35 para atender à ocorrência. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram a vítima inconsciente
Na decisão, o juiz Flávio Luís Dell Antonio destacou que a importância histórica do local justifica a proteção cautelar. O magistrado estabeleceu mult
Durante a revista, os policiais localizaram aproximadamente 50,5 gramas de cocaína e 150,9 gramas de crack. Além dos entorpecentes, foram apreendidos
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a vítima, de 46 anos, foi encontrada fora do veículo com ferimentos corto-contusos na face. Após ser
O investigado estava em prisão preventiva desde o dia 13 de maio, após decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), que havia acatado recu