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Previsão do Tempo 01/08/2026 | 19:20
Publicado em 31/10/2024 ás10:00
O homem que assassinou seu desafeto com três tiros em 7 de setembro de 2022, em Fraiburgo, foi condenado a 18 anos, quatro meses e 10 dias de reclusão por homicídio qualificado por motivo fútil e porte ilegal de arma de fogo. A vítima foi morta no estacionamento de uma loja de móveis usados, onde estava com a esposa para tentar vender um fogão.
O julgamento ocorreu na semana passada no fórum da comarca, com a acusação conduzida pelo Promotor de Justiça André Ghiggi Caetano da Silva. Durante uma hora e meia, o promotor apresentou as provas coletadas e, na réplica, desmantelou as tentativas da defesa de minimizar a gravidade do crime.
"Estamos aqui para defender a vida. Somos a voz da vítima e queremos garantir que ela seja ouvida pela última vez. O autor do crime não pode ficar impune; ele precisa enfrentar as consequências dos seus atos. Esse é o desejo da sociedade, representada aqui pelo Ministério Público", declarou o promotor.
Os jurados acolheram integralmente a denúncia do MPSC e condenaram o réu, que respondeu ao processo em liberdade, mas foi levado à prisão ao final do julgamento. A medida foi garantida por decisão recente do Supremo Tribunal Federal, que determina o início imediato do cumprimento da pena em casos julgados pelo Tribunal do Júri, mesmo que ainda haja possibilidade de recurso.
O promotor André Ghiggi concluiu destacando a importância de que a justiça seja feita para combater a violência. "É nosso dever proteger a vida e garantir que aqueles que cometem crimes respondam por suas ações," afirmou.
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