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Previsão do Tempo 25/07/2026 | 22:34
Publicado em 26/11/2024 ás18:00
A Justiça condenou o proprietário de uma auto elétrica de Treze Tílias a 13 anos, 11 meses e 28 dias de prisão por uma série de crimes, incluindo tráfico de drogas, tortura, lesão corporal, destruição de propriedade, fuga de blitz e direção ilegal. A sentença decorre de uma ação penal movida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), com base em uma denúncia da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joaçaba.
Detalhes dos crimes
Os delitos ocorreram no ano passado. Conforme os autos, o empresário vendia maconha e cocaína, além de coagir dois homens a trabalharem em sua auto elétrica para quitar dívidas relacionadas ao consumo das drogas.
Um dos trabalhadores, ao exigir pagamento em dinheiro pelo serviço prestado, foi agredido fisicamente e teve seu veículo incendiado como retaliação. O outro foi submetido a torturas, inclusive com o uso de um maçarico, sendo impedido de sair ou se comunicar com terceiros. Ele ainda foi forçado a atear fogo em um carro, sob ameaças do réu.
Além disso, as drogas comercializadas na auto elétrica eram provenientes do Paraná, e o local ficava próximo a uma indústria com grande circulação de trabalhadores. Esses fatores agravaram a pena, conforme o artigo 40 da Lei Antidrogas, que impõe punições mais severas para tráfico interestadual e em áreas de grande fluxo de pessoas.
Infrações no trânsito
O condenado também foi responsabilizado por diversas violações ao Código de Trânsito Brasileiro. Ele dirigia com a CNH suspensa e desrespeitou ordens de parada em blitze policiais, evadindo em alta velocidade e colocando outros em risco. Em uma dessas fugas, foi perseguido até a auto elétrica, onde foi flagrado descartando drogas pela janela.
No local, a polícia apreendeu cocaína, celulares, dinheiro, folhas de cheque e cartões bancários.
Prisão e julgamento
O empresário permaneceu preso preventivamente durante todo o processo e não poderá recorrer em liberdade. A sentença ressalta a gravidade dos crimes, especialmente pelo impacto na comunidade local e pela violência empregada contra as vítimas.
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