Caco Da Rosa - Justiça decreta prisão de médico investigado por crimes sexuais em Catanduvas
Menu

Jornalismo (49) 99111-4055

Anuncie no Portal (49) 99117-4389

Previsão do Tempo 26/07/2026 | 00:46

Polícia

Justiça decreta prisão de médico investigado por crimes sexuais em Catanduvas

Publicado em 27/02/2026 ás11:00

Imagem ilustrativa

Foto: Imagem ilustrativa

O médico investigado por crimes contra a dignidade sexual em Catanduvas teve a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), após o acolhimento de recurso apresentado pelo Ministério Público. A decisão reformou o entendimento anterior do juízo de garantias, que havia indeferido o pedido de prisão.

A defesa do profissional, representada pelo escritório Alencar e Martinazzo, informou que ele recebeu a decisão “com serenidade” e reafirmou confiança na Justiça.

Em nota, os advogados ressaltaram que o próprio Ministério Público, em parecer recente da 41ª Procuradoria de Justiça Criminal, reconheceu que “não há notícia de reiteração delitiva ou de qualquer tentativa de obstar a persecução penal” por parte do investigado. Para a defesa, a decretação da prisão neste momento causa estranheza, já que, segundo sustenta, não haveria risco ao andamento do processo.

Os defensores reiteraram a convicção na inocência do médico e afirmaram que irão atuar para reverter a decisão, argumentando que o profissional sempre exerceu a atividade “em estrito respeito aos protocolos médicos” e à dignidade dos pacientes.

A investigação tornou-se pública em 23 de setembro, quando a Polícia Civil cumpriu mandados e apreendeu equipamentos de informática do investigado. Na ocasião, também foi determinada a suspensão cautelar de sua inscrição junto ao Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), impedindo-o de exercer a medicina.

O inquérito reúne depoimentos de mulheres que relatam ter sofrido abusos durante consultas médicas. Segundo as investigações, haveria indícios de prática reiterada de atos libidinosos em atendimentos clínicos, nos quais o investigado teria se valido da posição de confiança inerente à profissão.

Participe de nosso
Grupo no WhatsApp

Mais Acessadas

X