Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 27/07/2026 | 04:00
Publicado em 14/04/2026 ás18:01
Dois réus serão julgados pelo Tribunal do Júri da comarca de Campos Novos nesta sexta-feira (17) pela morte de Bruno Varela Rosa, de 22 anos. O crime ocorreu em 6 de abril de 2025, após um desentendimento em uma lanchonete conhecida como “Boteco”, no Distrito de Ibicuí. Eles são acusados por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, após a discussão, a vítima teria sido perseguida pelos acusados por vários metros, em direção a uma área de mata existente nas proximidades do estabelecimento. No interior da mata, a vítima foi atingida por aproximadamente 13 golpes de faca, em diversas regiões do corpo.

Vítima Bruno Varela Rosa
Segundo os autos, o homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, já que ocorreu durante perseguição, com força superior e golpes desferidos majoritariamente pelas costas.
Após o crime, os acusados teriam ocultado o cadáver, ao lançar o corpo em um curso d’água. O corpo de Bruno Varela Rosa foi encontrado cerca de sete dias após o desaparecimento, às margens de um rio no Distrito.
Após a remoção da água, o corpo ficou sob a responsabilidade da Polícia Militar, que isolou a área até a chegada da Polícia Científica. O cadáver será
Como justificativa para sua saída, o ex-secretário apontou a exaustão física e mental decorrente da alta demanda de trabalho na pasta. Segundo ele, a
Com a violência do impacto, o carro foi arrastado por 31,5 metros e a cabine do caminhão acabou parando sobre ele, o que impossibilitou o socorro imed
O Corpo de Bombeiros foi mobilizado por volta das 14h35 para atender à ocorrência. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram a vítima inconsciente
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 14h15min desta quarta-feira (22) após um morador afirmar ter visto um corpo sendo arrastado pela corre
Na decisão, o juiz Flávio Luís Dell Antonio destacou que a importância histórica do local justifica a proteção cautelar. O magistrado estabeleceu mult