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Previsão do Tempo 11/09/2026 | 23:57
Publicado em 11/09/2026 ás10:55
No dia 11 de setembro de 2001, o mundo parou para assistir pela televisão às imagens das duas torres gêmeas de Nova York tomadas pela fumaça. Vinte e cinco anos após os ataques, as cenas seguem entre as mais marcantes do século 21.
Quase 3 mil pessoas morreram quando terroristas da Al Qaeda sequestraram e lançaram aviões comerciais contra as Torres Gêmeas do World Trade Center e contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Um quarto avião caiu na zona rural de Shanksville, na Pensilvânia.

Para o professor Eugênio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes da USP, a transmissão ao vivo gerou um trauma em escala global. "Isso abriu uma ferida no olhar. Naquele dia, o olhar se tornou mutilado de guerra", avalia, destacando o impacto da repetição exaustiva das imagens na percepção do tempo e da tragédia.

A força das lembranças permanece viva em quem presenciou o horror de perto. O empresário brasileiro Márcio Boruchowski, que trabalhava em um edifício próximo aos prédios atingidos, recorda o impacto sonoro e visual da destruição. "O barulho que se faz quando cai uma ou duas torres de 100 andares é o maior decibel. Pensa no maior barulho que você ouviu na sua vida e transforma isso em 1 minuto e 40 segundos eternamente", relatou à TV Brasil.

Os aviões se chocaram a mais de 800 quilômetros por hora, desencadeando explosões que expuseram cerca de 400 mil pessoas a poeira tóxica. A operação para remover 1,8 milhão de toneladas de escombros durou aproximadamente oito meses.
Julgamento

Acusado de ser o mentor dos ataques e chefe de operações da Al Qaeda, Khalid Sheikh Mohammed deverá ser julgado por um tribunal militar em junho de 2028. Preso em 2003 no Paquistão e detido em Guantánamo desde 2006, ele responderá ao lado de três co-réus: Walid Muhammad Salih Mubarak bin 'Atash, Mustafa Ahmed Adam al Hawsawi e Ali Abdul Aziz Ali.
Osama Bin Laden, fundador e líder da rede terrorista, foi morto em 2011 pelas forças norte-americanas durante uma operação no interior do Paquistão.
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