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SAÚDE26/05/2014 às 16:30

Cigarro provoca 10 mil mortes por dia no mundo

Cigarro provoca 10 mil mortes por dia no mundo
Foto:Reprodução

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal causa de morte evitável no mundo. “O cigarro provoca 10 mil mortes por dia no mundo. No Brasil são 200 mil mortes por ano”, destaca a médica oncologista do Centro de Oncologia da Unimed Chapecó, Márcia Kotz. Outro dado importante é que o consumo de tabaco é responsável por aproximadamente 50 doenças, destacando o câncer de diferentes órgãos e a DBPOC (Doença Broncopulmonar Obstrutiva Crônica). Além disso, está associado a 30% das mortes por câncer, sendo que mais de 90% das mortes são por câncer de pulmão, além de 25% dos casos de infarto agudo do miocárdio e quase metade dos derrames cerebrais. Diante de tais números, o dia 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco, pede uma reflexão da real necessidade de fumar.

A médica conta que um terço da população adulta no mundo é fumante e o cigarro é a segunda droga mais consumida. Muitas vezes, é a porta de entrada para o consumo de outras drogas. O tabaco pode causar uma série de transtornos mentais e comportamentais, gerando sofrimento físico, psíquico para o fumante e para as pessoas que com ele convivem e deve ser tratado como uma doença.

O hábito de fumar pode ser considerado uma “doença pediátrica” porque 80% das pessoas começam a fumar antes dos 16 anos, período em que a personalidade está em formação, e funciona como um apoio para os momentos de solidão, tristeza, estresse, ansiedade, entre outros. O fato é que quando a nicotina chega ao cérebro, a sensação é estimulante e depois para a ser tranqüilizante, o que causa prazer. É o mesmo efeito que outras drogas causam, como o álcool e a cocaína. Para garantir a venda, os fabricantes incluíram na composição do cigarro a amônia que acelera a absorção da nicotina pelos pulmões e causa dependência física.

Nas crianças, a consequência inicia com a mãe fumando durante a gestação. Nesse caso, surgem complicações como prematuridade, baixo peso ao nascer, abortos espontâneos, morte perinatal, descolamento de placenta e sangramentos uterinos. Estas complicações ocorrem também na grávida fumante passiva, ou seja, quando a gestante não fumante convive com fumantes e inala fumaça que carrega componentes do cigarro. A criança recém-nascida de mãe tabagista tem um risco muito maior de ter complicações no nascimento, incluindo falência respiratória e morte, além de consequências durante a fase de desenvolvimento.

Nas mulheres, destaca-se o risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa até dois anos antes e sangramentos menstruais irregulares, entre outras. Além disso, o hábito pode ser considerado uma “doença contagiosa” porque afeta também ao fumante passivo que tem grandes chances de adoecer. “Dados mostram que 25% dos casos de câncer de pulmão em pessoas não fumantes, na realidade, são fumantes passivos”, exemplifica Márcia.

O tabagismo também é associado a uma série de doenças crônicas, destacando-se as coronarianas (45% das mortes por infarto agudo do miocárdio em relação direta como consumo de tabaco); é causador direto de doenças cerebrovasculares (principalmente derrame cerebral) e doenças arteriais periféricas, como oclusão arterial, tromboses e gangrena. Pode causar/aumentar o risco de úlcera péptica, catarata, entre outras.

Fonte: MB Comunicação

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