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Previsão do Tempo 22/07/2026 | 17:20
Publicado em 13/11/2014 ás16:00
Na última terça-feira (11), a Terceira Câmara do Tribunal de Justiça negou, por votação unanime, o recurso da defesa de Junior Piovesan, condenado pelo conselho de sentença do tribunal do júri popular no dia 16 de dezembro de 2013, a 14 anos de reclusão em regime fechado pela morte da estudante universitária Kátia Bessegatto. Na ocasião, a defesa recorreu da decisão em plenário para que o réu aguardasse o processo em liberdade.
“O Tribunal de Justiça ratificou a decisão do júri, reconhecendo a autoria do crime hediondo e mantendo a sentença aplicada ao réu”, explicou o promotor de justiça Protásio Campos Neto.
O advogado de defesa de Junior Piovesan, Éber Bündchen, afirmou que vai entrar com novo recurso no órgão especial em Brasília. “Diante da certeza da inocência do acusado, a defesa procurará todos os recursos possíveis até a última instância”, disse. Para Éber, o Tribunal de Justiça considerou a soberania dos vereditos do júri popular. “Ou seja, se a sociedade de Joaçaba o quer preso, infelizmente terá que ser preso”, lamentou.
Caso o recurso também não seja acatado em Brasília, o processo retorna à Joaçaba onde o juiz encaminhará ao Ministério Público que vai solicitar a prisão de Junior Piovesan.
O crime
O crime ocorreu na Rua Ângelo Scarpetta, bairro Cruzeiro do Sul em Joaçaba. Piovesan e a vítima namoravam por cerca de nove anos juntos. A estudante, então com 23 anos, foi morta na porta de casa. O namorado foi quem chamou a Polícia alegando ter encontrado Kátia morta. Ele foi preso preventivamente quase um mês depois do crime em São João da Urtiga, Norte do Rio Grande do Sul.
Junior ficou detido por aproximadamente 60 dias e respondeu ao processo em liberdade por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel e que dificultou a defesa da vítima.
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De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, apesar da queda acentuada, a vítima apresentava apenas escoriações nos braços e relatou dores nos mem
A PM foi acionada por volta da 1h e as equipes encontraram uma intensa aglomeração, precisando utilizar o uso progressivo da força, empregando agentes
O crime ocorreu na madrugada do último dia 7 de julho, quando uma dupla rompeu a porta de vidro do estabelecimento e subtraiu diversas mercadorias.
De acordo com a PM, o condutor apresentava sinais claros de embriaguez, como forte odor etílico, fala arrastada, comportamento exaltado e dificuldade
O acidente ocorreu no início da tarde do último sábado (18), quando Rafael Henrique Branco, 26 anos, trabalhava em uma vala de aproximadamente dois me