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Publicado em 17/11/2014 ás11:30
Além do vereador de Florianópolis, Marcos Aurélio Espíndola, o Badeko, que teve seu pedido de revogação da prisão preventiva negado na última sexta-feira (14), outros dois presos na Operação Ave de Rapina tiveram seus pedidos de habeas corpus recusados pela Justiça.
A desembargadora Marli Mosimann Vargas, presidente da 1° Câmara Criminal do TJ-SC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina), indeferiu liminar em habeas corpus que pretendia relaxar a prisão preventiva de Tiago da Silva Varela, ex-gerente administrativo e financeiro do IPUF (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), e José D’Agostini Neto, sócio da Focalle Engenharia Viária, empresa de Joaçaba que atua no ramo de radares e lombadas eletrônicas. Ambos continuam presos na Central de Triagem da Agronômica.
O pedido de habeas corpus chegou à mão da desembargadora Marli por sorteio. Sua decisão foi monocrática. Em suma, ela não se convenceu dos argumentos do pedido e negou a liminar do habeas corpus. Agora, os advogados de D’Agostini Neto e Varela terão que aguardar as próximas apreciações colegiadas, que acontecem todas as terças-feiras, para novamente ingressar com o pedido de habeas corpus.
A operação que resultou nas prisões foi deflagrada pela Polícia Federal na quarta-feira (12).
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