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Joaçaba

Policiais civis iniciam movimento em Joaçaba

Publicado em 18/02/2013 ás09:04

Chapa que concorre ao SINPOL: Juliano Pedrini (e) Anderson Vieira Amorim (d)

Foto: Chapa que concorre ao SINPOL: Juliano Pedrini (e) Anderson Vieira Amorim (d)

O ca ndidato à presidência do SINPOL - Sindicato dos Policiais de Santa Catarina - Anderson Vieira Amorim esteve em Joaçaba no sábado (16), e juntamente com seu candidato a vice-presidente Juliano Pedrini, reuniu cerca de 100 policiais civis vindos de todas as regiões do estado para um manifesto na Praça Adolfo Konder visando melhores condições para a classe. Segundo Anderson, a escolha por Joaçaba se deve ao movimento que teve início no município e culminou na assembleia histórica que reuniu 1300 policiais na capital do estado em 2011. “Estamos reacendendo aqui o movimento já que não fomos plenamente atendidos”, disse ao explicar que o governo tem postergado as negociações ao invés de dar valor ao funcionalismo público como prometeu em campanha. “Se o governo pode parar para ouvir os criminosos, não tem porque não ouvir os policiais”. A categoria reivindica pagamento em forma de subsídio e a compactação de classes de oito para quatro níveis. “Somos agentes da autoridade policial subdivididos em psicólogos, agentes de polícia e escrivães, que são divididos por níveis diferentes e não queremos mais isso. Queremos que todos tenham quatro níveis, comecem e terminem com o mesmo patamar, já que nos é exigido o terceiro grau”, justificou Anderson. De acordo com ele, o estado que tem a 5ª economia do país está em 27º no ranking de pagamentos de policiais civis. “Não é justo, não é legal, e não é ético com a polícia”, disse ao revelar que o salário inicial de um policial civil gira em torno de R$ 1000,00, fazendo com que os agentes migrem para outras profissões com salários mais atrativos. “Todo ano perdemos cerca de 50 a 70 policiais que se desoneram para seguir em outras carreiras”, lamentou. O anseio da grande maioria é deflagrar greve, que só não foi feita ainda por respeito ao momento delicado que vive o estado com os ataques do PGC – Primeiro Grupo Catarinense. Nos próximos dias a categoria deve se reunir com a Coner - Coordenadoria Executiva de Negociação e Relações Funcionais – onde se espera uma proposta positiva por parte do governo. Os policiais devem fazer uma manifestação silenciosa, apenas marcando presença no Teatro Alfredo Sigwalt nesta terça-feira quando o governador estará ministrado palestra em Joaçaba. Reivindicação Com a Lei 254/03, o então governador Luiz Henrique da Silveira concedeu aproximadamente 94% de reajuste aos policias, mas apenas 20% foram repassados em quatro vezes, faltando 74%. “Junto a esse percentual soma-se o período de 2004 a 2012 em que não recebemos nenhuma reposição salarial e nem correção de inflação. Se calcularmos apenas 10% ao ano a defasagem fica em torno de 80%, e com mais os 74% faltantes, teremos direito a 154%. Mas o que estamos pedindo fica dentro do aceitável, sem juro sobre juro”, observou Amorim. Data base O governador regulamentou no final de 2011 a data base para o funcionalismo público, mas não cumpriu. “Não se pode fazer uma lei e depois dizer que não vai cumprir porque não tem condições. Deve atender aquilo que assinou, é o mínimo que se espera de político honesto”, cobrou Anderson.
fonte: caco da rosa

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