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Previsão do Tempo 18/07/2026 | 16:08
Publicado em 18/02/2015 ás13:45
O presidente da Liesjho (Liga das Escolas de Samba de Joaçaba e Herval d´Oeste) Sérgio Giacometti, ficou satisfeito com o resultado do Carnaval deste ano, principalmente porque as mudanças foram bem recebidas pela comunidade e pelas escolas que realizam um belíssimo espetáculo. “O saldo é positivo. Duas noites com a Avenida lotada, e com ingressos esgotados”, disse ao comentar que a Liga alcançou seu objetivo de fazer um carnaval diferenciado. De acordo com Giacometti, para o próximo ano estão sendo estudadas outras novidades, com mais emissoras de televisão interessadas e mais patrocinadoras. “Cada ano que mostramos nosso carnaval, mais pessoas se interessam”.
Para o presidente da Liga, o carnaval se torna cada vez mais competitivo. “Hoje não existe mais uma escola favorita. Isso é bom, equilibra o evento e motiva todas as escolas”. No entanto, a falta de espaço na avenida preocupa o Giacometti, que pretende agendar uma reunião com o prefeito Rafael Laske. “Devemos agora fazer um estudo rigoroso da avenida para ver onde podemos abrir mais espaço. Faltaram ingressos e temos mais empresas querendo conhecer nosso evento e montar camarotes, trabalho que começou com o Fiorelo Pegoraro, e que agora está sendo copiado, o que comprova a grandiosidade do evento”, ressaltou o presidente da Liga. O planejamento para o carnaval de 2016 deve iniciar a partir de maio.
O prefeito Rafael Laske também aprovou o novo formato do evento com dois dias de desfile competitivo. “Nosso Carnaval tem evoluído e é uma referência para Santa Catarina e para o Brasil. Não temos receio de discutir carnaval com ninguém”, comentou ao elogiar a organização.
Sobre o espaço na Avenida, que tem ficado cada vez menor, o prefeito afirma que está trabalhando para que seja realizada a fiação subterrânea. “Estamos buscando com o vereador Elói Hoffelder (gerente regional da Celesc) essa mudança. A retirada dos postes vai aumentar a altura das arquibancadas e também a extensão. Tenho certeza que o governo do estado vai se sensibilizar para que possamos melhorar isso”, disse o prefeito.
Laske descartou a possibilidade de construir um sambódromo. “O próximo prefeito pode pensar nisso. Não é nossa prioridade, pois temos outras prioridades para beneficiar a comunidade, não desmerecendo o carnaval”. O prefeito fez ainda algumas considerações. “Para se ter uma ideia, um sambódromo custa em torno de R$ 23 milhões, valor de dois acessos Adolfo Ziguelli. As escolas tem suas estruturas aqui no centro, e onde poderíamos construir um sambódromo? Essa é a pergunta que eu faço. Tudo tem que ser avaliado, e estou à disposição para discutir, mas como falei, no meu mandato não é prioridade”, concluiu.
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