Menu
Jornalismo (49) 99111-4055
Anuncie no Portal (49) 99117-4389
Previsão do Tempo 30/07/2026 | 16:23
Publicado em 17/02/2017 ás16:00
O IGP concluiu que a morte da hervalense Izabel Leontina Rezende da Silva, 48 anos, não foi causada por Dipirona, medicamento da qual ela era alérgica. A informação foi repassada pelo Gerente da Mesorregião do IGP, Dr. João Barneche, em entrevista coletiva com a imprensa na tarde desta sexta-feira (17).
De acordo com o laudo do Instituto de Análise Forense, assinado por três peritos, não foi detectada a presença de Dipirona no sangue da vítima, que morreu no Hospital Universitário Santa Terezinha (Hust) após ser submetida a uma cirurgia na perna, em agosto de 2016. “Toda a cirurgia implica em riscos, sem exceção. Mas a informação de que ela havia falecido por ser alérgica a Dipirona não procede”, afirmou Barneche. “Provavelmente pode ter ocorrido alguma complicação durante a cirurgia”, acrescentou.
O gerente do IGP disse que solicitou a análise de três peritos para que não ficassem dúvidas, e que os três exames chegaram ao mesmo resultado. O laudo agora será encaminhado à autoridade policial para a instrução do inquérito policial, pois familiares chegaram a registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia para investigar o caso.
Acompanhe a entrevista no vídeo abaixo:
Após a remoção da água, o corpo ficou sob a responsabilidade da Polícia Militar, que isolou a área até a chegada da Polícia Científica. O cadáver será
O Corpo de Bombeiros foi mobilizado por volta das 14h35 para atender à ocorrência. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram a vítima inconsciente
Na decisão, o juiz Flávio Luís Dell Antonio destacou que a importância histórica do local justifica a proteção cautelar. O magistrado estabeleceu mult
Durante a revista, os policiais localizaram aproximadamente 50,5 gramas de cocaína e 150,9 gramas de crack. Além dos entorpecentes, foram apreendidos
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a vítima, de 46 anos, foi encontrada fora do veículo com ferimentos corto-contusos na face. Após ser
O investigado estava em prisão preventiva desde o dia 13 de maio, após decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), que havia acatado recu